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	<title>cérebro Archives - São Paulo</title>
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	<lastBuildDate>Thu, 29 Jan 2026 17:17:20 +0000</lastBuildDate>
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	<item>
		<title>Meningioma cerebral é o tumor que cresce a partir das meninges</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/meningioma-cerebral-e-o-tumor-que-cresce-a-partir-das-meninges/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2013 16:27:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[neurocirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[tumor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse tipo de tumor cerebral cresce sem apresentar sintomas. Costuma ser diagnosticado somente quando já está em nível avançado.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Meningioma cerebral</strong> é um dos tipos de tumores que podem surgir no nosso corpo. Ele se origina no cérebro, a partir de membranas protetoras chamadas meninges.Este tipo de tumor cresce lentamente e por isso apresenta poucos sintomas. Por conta disso, geralmente só é diagnosticado em seus estágios mais avançados, quando passa a comprimir as estruturas cerebrais, causando dores de cabeça, vômitos, convulsões e paralisia dos braços e pernas.</p>
<p>O meningioma cerebral apresenta uma capacidade de adaptação cerebral conhecida como complacência. Por se desenvolver lentamente, é capaz de “enganar” o cérebro, que se adapta àquele tumor. É comum os meningiomas serem diagnosticados em uma fase gigante, pois até então o paciente não havia apresentado nenhum tipo de sintoma.</p>
<p>Em geral o <a href="https://gustavoisolan.com/meningioma/" target="_blank" rel="noopener">meningioma cerebral</a> se apresenta como um tumor benigno, o que facilita a retirada e a recuperação do paciente. Existem casos de meningiomas com comportamento maligno, que se desenvolvem mais rápido do que os benignos, mas são bastante raros.</p>
<p>A retirada do tumor por meio de cirurgia é a opção mais eficaz para tratar a doença. É o único procedimento que elimina por completo o tumor. Os neurocirurgiões utilizam um microscópio cirúrgico, que garante extrema precisão e segurança na retirada do meningioma, reduzindo os riscos de sequelas no paciente.</p>
<p>O local e o tamanho do tumor podem interferir na cirurgia. Se o tumor estiver alojado em um local crítico do cérebro, o médico pode retirá-lo apenas parcialmente. Caso isso aconteça, o paciente deve manter um acompanhamento médico após a cirurgia para controlar o desenvolvimento do tumor.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Adenoma de hipófise costuma ser um tumor benigno</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/adenoma-de-hipofise-costuma-ser-um-tumor-benigno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2013 16:17:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[neurocirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça as possíveis formas de tratamento da adenoma de hipófise, tumor que atinge a glândula responsável pelo sistema neurológico e endócrino.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A hipófise é a glândula responsável pelos sistemas neurológico e endócrino, onde pode se desenvolver um tumor benigno chamado <strong>Adenoma de Hipófise</strong>. Esses tumores alojam-se em partes diferentes da hipófise, tanto benignos como malignos, entretanto, os mais comuns são os benignos .</p>
<p>Os que atingem o sistema endócrino ocorrem por causa da deficiência ou no excesso de produção dos hormônios hipofisários. Os prolactinomas aumentam a secreção de prolactina, causando alterações da menstruação, infertilidade, produção inapropriada de leite pelas mamas ou libido.</p>
<p>Na acromegalia acontece à produção excessiva do hormônio de crescimento-GH, que em crianças causa o gigantismo. A doença de Cushing, caracteriza-se pela produção anormal de hormônio adrenocorticotrófico – ACTH, que pode causar a obesidade, diabetes de difícil tratamento clínico e hipertensão arterial.</p>
<p>Devido à compressão dos tecidos as doenças podem gerar lesões no sistema neurológico, ocasionando perda de visão, dores de cabeça e alteração da mobilidade ocular. Os sintomas descritos geram a suspeita clínica, porém o diagnóstico só pode ser confirmado a partir da ressonância magnética da hipófise.</p>
<p>Parar tratar o adenoma de hipófise podem ser utilizados medicamentos, entretanto nem sempre esse tipo de tratamento é eficiente, dependendo da gravidade do tumor é mais indicado a cirurgia que é feita através da região nasal, com um microscópio e chegando a região pela sua parte inferior. Nos casos em que o tumor é muito volumoso a cirurgia é realizada por via transcraniana, ou seja, na porção lateral ou superior da calota craniana.</p>
<p>Além desses, também é possível tratar com a radioterapia, que em alguns casos é mais eficaz e do que os métodos tradicionais. Contudo cada tratamento varia em relação a posição do resíduo, o tamanho e a gravidade inicial do tumor.</p>
<p>Saiba mais sobre <a href="http://adenomadehipofise.com.br/" target="_blank">adenoma de hipófise</a>.</p>
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		<item>
		<title>Estenose da carótida pode causar derrame</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/estenose-da-carotida-pode-causar-derrame/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2013 15:27:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
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		<category><![CDATA[neurocirurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça os sintomas, a forma de diagnóstico e as possibilidades de tratamento da estenose da carótida.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <b>estenose da carótida</b> bloqueia as artérias abaixo do maxilar parcial ou totalmente, causadas pelo acumulo de substâncias gordurosas e aderentes, que dificultam a passagem de fluxo sanguíneo ao cérebro, e podem provocar um derrame.</p>
<p>Os sintomas podem variar entre tontura, vista embaçada, vertigem ou zonzeira, dores de cabeça e fraqueza em um lado do corpo.</p>
<p>Para que a estenose de carótida seja identificada é necessário fazer um exame sangue específico de colesterol e triglicerídeos, glicose e doppler carotídeo, que verifica o fluxo de sangue da artéria. Outros exames também são capazes de diagnosticar a estenose como angiografia por ressonância magnética, tomografia computadorizada e cerebral ou da carótida.</p>
<p>A gravidade da doença caracterizará o tipo de tratamento. Quando o estreitamento estiver fechando 50% ou menos das artérias, é possível tratar por meio de medicamentos anticoagulantes que diminuem as chances de derrame.</p>
<p>Em casos mais graves é introduzido um cateter especial a fim de reabrir a artéria. Entretanto quando a artéria estiver obstruída em mais de 70% é necessário fazer a cirurgia endarterectomia que remove o excesso de gordura da carótida.</p>
<p>Saiba mais sobre <a href="http://estenosecarotida.com.br/" target="_blank">estenose da carótida</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Nevralgia do Trigêmio é caracterizada pela sensibilidade no rosto</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/nevralgia-trigemio-e-caracterizada-pela-sensibilidade-rosto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2013 22:05:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[neurocirurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É causado pela inflamação do nervo trigêmio e pode ser tratado com remédios ou, em casos mais sérios, com intervenção cirúrgica.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>nevralgia do trigêmio</strong> é uma espécie de distúrbio do sistema nervoso, em que o paciente apresenta uma sensibilidade extrema na região do rosto. Isso acontece por conta de uma disfunção do nervo trigêmio, estrutura que desempenha função motora e principalmente sensitiva. Ele está presente em três regiões distintas do rosto, denominadas divisão oftálmica, divisão maxilar e divisão mandibular.</p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>O sintoma mais marcante da Nevralgia do Trigêmio é a sensibilidade no rosto, o que gera dores extremas. Atritos leves, como o toque de um dedo no rosto ou a sensação do vento podem causar dores e desconforto no paciente. O movimento realizado pelo maxilar ao comer ou falar também estimula as dores.</p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>O diagnóstico é definido a partir da análise das dores sentidas pelo paciente, bem como sua idade e histórico médico. Exames de imagem também devem ser realizados.</p>
<p>Com a ressonância magnética do encéfalo, é possível visualizar descompressões do nervo por parte de outra estrutura vascular ou até uma lesão tumoral próximo ao trigêmio.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>A primeira tentativa de tratamento é feita com medicamentos que irão amenizar as dores do paciente. Se o tratamento medicamentoso se mostrar ineficiente, opta-se por intervenções cirúrgicas.</p>
<p>A técnica utilizada nesse caso é a rizotomia percutânia do trigêmio, que pode ser aplicada por radiofrequência ou por trauma mecânico. Através da radiofrequência, as fibras nervosas do trigêmio são danificadas pela termocoagulação. Já o trauma mecânico realiza uma compressão do gânglio trigeminal, utilizando uma cânula acoplada a um balão que é inflado contra a estrutura.</p>
<div>
<p>Veja também: Tratamento para <a href="http://neurocirurgiao.net.br/nevralgia-do-trigemio/" target="_blank">Nevralgia do Trigêmio em Porto Alegre</a></p>
</div>
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			</item>
		<item>
		<title>Neurinoma do acústico pode causar perda de equilíbrio e de audição</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/neurinoma-acustico-pode-causar-perda-de-equilibrio-e-de-audicao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2013 21:34:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[acústico]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
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		<category><![CDATA[neurocirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[neuroma]]></category>
		<category><![CDATA[porto alegre]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Conheça os sintomas, de que forma é feito o diagnóstico e como o neurinoma do acústico pode ser tratado.</p>
<p>The post <a href="https://www.saopaulo.com.br/neurinoma-acustico-pode-causar-perda-de-equilibrio-e-de-audicao/">Neurinoma do acústico pode causar perda de equilíbrio e de audição</a> appeared first on <a href="https://www.saopaulo.com.br">São Paulo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2013/12/neurinoma-neuroma-do-acustico-neurocirurgiao-porto-alegre-tratamento.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-14445 size-full" src="https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2013/12/neurinoma-neuroma-do-acustico-neurocirurgiao-porto-alegre-tratamento.jpg" alt="" width="673" height="425" srcset="https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2013/12/neurinoma-neuroma-do-acustico-neurocirurgiao-porto-alegre-tratamento.jpg 673w, https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2013/12/neurinoma-neuroma-do-acustico-neurocirurgiao-porto-alegre-tratamento-300x189.jpg 300w" sizes="(max-width: 673px) 100vw, 673px" /></a></p>
<h2>O que é neurinoma do acústico?</h2>
<p>O neurinoma do acústico é um tumor que se desenvolve no nervo vestibular, responsável pelo equilíbrio e audição e também pelos movimentos da face. Pacientes que sofrem com neurofibromatose tipo 2 apresentam maior probabilidade de desenvolver a doença.</p>
<h3>Quais os sintomas do neurinoma do acústico?</h3>
<p>Alguns dos sintomas mais comuns do <a href="https://neuromadoacustico.com.br/" target="_blank" rel="noopener">neuroma do acústico</a> são a perda de audição e a perda de equilíbrio. O tumor pode afetar outros nervos próximos ao vestibular, causando sintomas como dores de ouvido, visão dupla e sensibilidade da face.</p>
<h3>Como é feito o diagnóstico do neuroma do acústico?</h3>
<p>Exames físicos do paciente, combinados com o histórico clínico, podem apresentar os primeiros indícios da doença. Exames neurológicos e ontológicos, bem como a observação do sintomas, também pode auxiliar no diagnóstico. A confirmação do quadro vem a partir da realização de exames de imagem, como tomografia de crânio e ressonância magnética. É comum a confusão entre o neurinoma e o<a href="https://ceanne.com.br/meningioma/" target="_blank" rel="noopener"> meningioma cerebral</a> ou <a href="https://ceanne.com.br/metastases-cerebrais/" target="_blank" rel="noopener">metástase cerebral</a>.</p>
<h3>Qual o tratamento indicado para neuroma do acústico?</h3>
<p>Tanto a cirurgia quanto a radiocirurgia apresentam riscos. A escolha do tipo de tratamento usado deve ser feita visando as melhores chances de preservação dos nervos faciais e da audição.</p>
<p>Em certos casos, é possível apenas acompanhar o crescimento do <a href="https://www.neuromadoacustico.com.br/neurinoma-do-acustico/" target="_blank" rel="noopener">neurinoma do acústico</a>, sem a necessidade de intervenção cirúrgica, pois ele apresenta um crescimento bastante lento. Nesse caso, a idade do paciente e suas condições clínicas também devem ser levadas em conta.</p>
<p>Caso não seja possível apenas acompanhar o crescimento, deve-se retirar o tumor através da microcirurgia. Essa opção é recomendada para tumores que causam vertigem no paciente.</p>
<p>A radiocirurgia é recomendada para pacientes idosos, com a saúde já comprometida ou que já desenvolveram o neurinoma do acústico em outra ocasião.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tumor na hipófise atinge as funções de outros órgãos</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/tumor-na-hipofise-atinge-funcoes-de-outros-orgaos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Dec 2013 20:31:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[neurocirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[tumor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A hipófise é glândula localizada na base do cérebro responsável pela produção de diversos hormônios. Saiba mais sobre os sintomas e o diagnóstico da doença.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os tumores se caracterizam pelo aumento excessivo das células cerebrais, que prensam e lesionam as células saudáveis. Podem ser benigno ou maligno, o primeiro com pouca chance de se espelhar e o segundo com possibilidades maiores.</p>
<p>Os <strong>tumores</strong> podem se desenvolver em diversas partes do crânio, sendo a <strong>hipófise</strong>, glândula localizada na base do cérebro responsável pela produção de diversos hormônios, o local mais frequente e cujo tumor age indiretamente nas funções de outros órgãos. Os adenomas são os mais comuns, que têm formação benigna e podem provocar sintomas neurológicos e endócrinos.</p>
<p>O tumor de craniofaringeoma surge a partir dos restos embrionários das células que dão origem à glândula, os casos mais comuns são em recém-nascidos, entretanto pode aparece em adultos sem que apresente algum sintoma.</p>
<p>A compressão causada pelo crescimento excessivo pode provocar dores de cabeça, perda parcial da visão, alterações hormonais que diferem em relação ao tipo de hormônio que o tumor afeta. Se o hormônio do crescimento for afetado, pode causar gigantismo, se for produzido em excesso, ou nanismo, se houver falta de produção.</p>
<p>O diagnóstico é realizado por meio de tomografias e ressonâncias magnéticas do crânio, porém os sintomas neurológicos podem ser um sinal que ajuda a identificar a doença no estágio inicial, facilitando o tratamento. A cirurgia é o procedimento mais utilizado, já que extrai a massa tumoral, porém o tipo de cirurgia varia conforme o local atingido.</p>
<p>A radioterapia é feita quando o tumor não foi totalmente removido com a cirurgia ou está em um estágio grave. O tratamento é feito por meio de radiações ionizantes que destroem as células do tumor.</p>
<div>
<p>Saiba mais sobre <a href="http://tumordehipofise.com.br/" target="_blank">Tumor da Hipófise</a></p>
</div>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tumor cerebral e formas de tratamento</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/tumor-cerebral-e-formas-de-tratamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[betostone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2013 23:29:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba mais sobre os diferentes tipos de tumores cerebrais e quais são as alternativas para tratamento.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um tumor é qualquer tipo de aglomeração anormal de células de tecido. Quando essas formações ocorrem no cérebro, podem trazer diversas complicações por conta da pressão causada nas estruturas vizinhas ao tumor.</p>
<p><strong>Tumores cerebrais</strong> podem ser benignos ou malignos. Os benignos apresentam um crescimento mais lento e menores chances de se espalhar, tendo assim maiores possibilidades de cura. Os malignos, por outro lado, apresentam alta velocidade de crescimento e grandes chances de se espalharem para outras áreas do cérebro e do corpo.</p>
<p>Existem diversos tipos de tumores cerebrais, que podem alojar-se em diferentes estruturas do cérebro. Alguns dos mais comuns são os meningiomas, que afetam as meningues, os meduloblastomas, que afetam o cerebelo, e os craniofaringiomas, que atacam o duto craniofaríngeo. A incidência dos tumores varia de acordo com a faixa etária dos pacientes.</p>
<p>Além dos tumores que se originam no cérebro, é possível que ocorra a <a href="http://saopaulo.sitesproweb.com/saiba-o-que-e-metastase-cerebral/">metástase</a>, fenômeno caracterizado pela migração de células cancerígenas de uma área do corpo para outra, no caso o cérebro, através da corrente sanguínea.</p>
<p>O tipo de tratamento para tumores cerebrais vai depender da sua localização, as condições de saúde do paciente e se o tumor for benigno ou maligno. Quando possível, a melhor opção de tratamento é a cirurgia, onde é possível remover o tumor. É a técnica que apresenta melhores resultados e menores chances de complicações posteriores.</p>
<p>É possível realizar cirurgias de retirada parcial das lesões, caso estejam alojadas em áreas vitais do cérebro. Nestes casos, também existe a cirurgia estereotáxica, em que se utiliza um arco de estereotaxia para fazer uma pequena incisão no crânio, por onde será introduzida uma agulha para biópsia.</p>
<p>A radioterapia é uma técnica comumente utilizada em conjunto com a cirurgia de retirada parcial, para alcançar melhores resultados. Através de uma máquina, direcionam-se pequenas doses de radiação para atacar e eliminar as células do tumor. Apesar de trazer bons resultados, essa técnica pode causas efeitos colaterais de longo prazo no paciente.</p>
<p>Veja também: <a href="http://neurocirurgiao.net.br/" target="_blank">Neurocirurgião em Porto Alegre</a>.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Doenças que a neurocirurgia pediátrica pode tratar</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/doencas-que-a-neurocirurgia-pediatrica-pode-tratar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[betostone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2013 22:56:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A neurocirurgia pediátrica é utilizada para tratar doenças como a hidrocefalia e a craniossinostose.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <strong>neurocirurgia pediátrica</strong> abrange principalmente doenças congênitas, que surgem durante a gestação ou no primeiro mês de vida do bebê.</p>
<p>A mais comum é a<a href="http://saopaulo.sitesproweb.com/hidrocefalia-e-doenca-caracterizada-pelo-acumulo-de-liquido-cerebro/" target="_blank"> hidrocefalia</a>, que é um acúmulo excessivo de fluido cerebrospinal dentro dos ventrículos ou no espaço subaracnóide do cérebro. Em condições normais, esse líquido cerebral passaria pelo cérebro para depois ser absorvido pelo sangue. No caso da hidrocefalia, ocorre um bloqueio do caminho de drenagem do liquido para o sangue, fazendo com que ele se acumule na região do crânio.</p>
<p>O líquido que se acumula no crânio aumenta a pressão interior do cérebro. Os ventrículos do cérebro incham, podendo gerar um aumento no tamanho do crânio do paciente.</p>
<p>A hidrocefalia pode ser relacionada a três fatores: alterações genéticas, presença de espinha bífida, uma má formação da medula espinhal, ou prematuridade do bebê. Infecções contraídas durante a gravidez também podem levar à hidrocefalia.</p>
<p>O tratamento mais escolhido pelos médicos é a Derivação Ventrículo-Peritoneal, um processo de drenagem mecânica que utiliza túbulos para drenar o líquido em excesso e desviando o fluxo para outra parte do corpo, como coração ou pulmões, onde poderá ser absorvido normalmente.</p>
<p>A craniossinostose é outra doença comum entre recém-nascidos que pode ser tratada através da neurocirurgia. Ocorre um fechamento precoce das junções ósseas do crânio, que devem permanecer abertas para facilitar o crescimento natural do cérebro. Esse bloqueio precoce das junções do crânio impede que o cérebro e a estrutura óssea do crânio cresçam na direção perpendicular, que seria a natural, causando uma deformidade no crânio.</p>
<p>Isso pode ocorrer ainda na gestação e o diagnóstico pode ser feito através de exames de Raio-X e tomografias computadorizadas. A craniossinostose está relacionada a um gene que é herdade pela criança de seus pais, mas também pode estar relacionado ao uso de drogas por parte da mãe durante a gestação.</p>
<p>O tratamento mais indicado é a neurocirurgia, que diminui a pressão craniana e corrige deformidades da face e do crânio. Quanto mais jovem for a criança, mais fácil será o procedimento cirúrgico, pois nos primeiros anos de vida os ossos do crânio são bastante macios e flexíveis, facilitando o trabalho do médico. A idade mais indicada para a realização da cirurgia seria até 1 ano de vida.</p>
<p>A<a href="http://neurocirurgiao.net.br/neurocirurgia-pediatrica/" target="_blank"> Neurocirurgia Pediátrica</a> também pode tratar tumores cerebrais, disrafismos e mielomeningoceles, ambos causados pela má formação do tubo neural.</p>
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		<title>Conheça os tipos de tratamento para a esquizofrenia</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/conheca-os-tipos-de-tratamento-para-esquizofrenia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[betostone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2013 21:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A esquizofrenia é considerada a mais séria dentre as doenças psiquiátricas. Conheça os sintomas, a forma de diagnóstico e os possíveis tratamentos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para diagnosticar alguém com <strong>esquizofrenia</strong> é preciso que a pessoa apresente, durante pelo menos um mês, um ou mais dos sintomas característicos da doença: delírios; alucinações; desorganização da linguagem; catatonia; desorganização grosseira do comportamento; falta da razão, de vontade e dificuldade em expressar sentimentos. No caso de haver graves delírios não é preciso que haja a manifestação de outro sintoma além desse.</p>
<p>Ainda assim, o  diagnóstico da <a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/tratamento-de-esquizofrenia/" target="_blank">esquizofrenia </a>só deve ser feito depois que todas as outras possibilidades tenham sido excluídas. Isto porque os sintomas psicóticos podem ser indício de outras doenças.</p>
<p>Antes da doença em si se manifestar há um período conhecido como “disfunção social/ocupacional” em que o paciente já apresenta alguns sinais de transtorno e que dura em média  seis meses. Se a <a href="http://psicologaportoalegre.com.br/transtorno-esquizoide.php" target="_blank">esquizofrenia</a> se manifesta ainda durante a infância ou a adolescência, o nível de desempenho interpessoal e acadêmico já costumava ser abaixo da média.</p>
<p>Cerca de 1% da população mundial sofre da doença e é nas classes socioeconômicas mais inferiores que estão os pacientes com estado mais deteriorado. Isso ocorre porque, além do baixo poder aquisitivo, estima-se que 10% desses pacientes sejam filhos de pessoas que possuem a mesma doença.</p>
<p>Os homens costumam sofrer mais de esquizofrenia do que as mulheres porque o organismo deles responde de maneira mais fraca ao uso de neurolépticos, o tratamento mais eficaz e comum.</p>
<p>Escute a entrevista do Dr. Abelardo Ciulla em que ele explica sobre a seriedade dessa doença psiquiátrica.</p>
<p><center><iframe src="https://www.youtube.com/embed/f6tSn2LxRjE" width="520" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center><br />
O principal fator que limita a vida do esquizofrênico é o suicídio. Estima-se que essa seja a causa de morte de 9 a 13% dos pacientes. Acontece mais entre os homens e nos dez primeiros anos de convívio com a doença.</p>
<p>A esquizofrenia foi subdivida de acordo com a psicopatologia, com o curso e com a resposta ao tratamento. São elas: paranóide, indiferenciada, desorganizada, residual e catatônica.</p>
<p>&#8211; Esquizofrenia paranóide: persistência dos delírios auditivos e da sensação de perseguição. É a forma mais comum da doença.</p>
<p>&#8211; Esquizofrenia indiferenciada: além dos delírios e das alucinações, ainda há indícios de incoerência e desorganização grosseira do comportamento.</p>
<p>&#8211; Esquizofrenia desorganizada: não ocorrem delírios, mas há o comportamento catatônico, desorganizado, inadequado e embotado.</p>
<p>&#8211; Esquizofrenia residual: sem delírios, mas com retraimento, dificuldade em expressar sentimentos e diminuição da capacidade de sentir prazer e energia.</p>
<p>&#8211; Esquizofrenia catatônica: É uma forma rara da doença e tem como principal característica o transtorno motor (hiperatividade ou diminuição de atividade motora e de postura).</p>
<p>Existem muitas teorias sobre qual ou quais seriam as causas da esquizofrenia. Antes  acreditava-se que desvios de comunicação entre pais e filhos seria a causa da doença. Em muitos diagnósticos esse quadro realmente existia, mas não em todos.</p>
<p>Algumas das outras possíveis razões para o surgimento da doença que continuam sendo estudadas: excesso do neurotransmissor dopamina (DA); excesso de atividade dos neurônios de serotonina; diminuição da atividade do glutamato.</p>
<p>Além dessas, existem ainda outras hipóteses sendo estudadas, mas nenhuma delas ainda apresenta evidências conclusivas que compreendam todos os diagnósticos da doença.</p>
<p>O Dr. Abelardo Ciulla explica sobre os sintomas e as formas de tratamento da esquizofrenia.</p>
<p><center><iframe src="https://www.youtube.com/embed/StBAUYekpJs" width="520" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center></p>
<h2><b>Tratamentos</b></h2>
<p>Farmacológicos: O tratamento é feito a base de remédios conhecidos como neurolépticos e podem levar até seis semanas para apresentar algum resultado. Esses remédios costumam diminuir sintomas como delírios, alucinações e catatonia, mas tem pouco efeito em sintomas como anedonia, associabilidade e perda de afeto.</p>
<p>Para aqueles pacientes que não se adaptam com o uso de medicamentos via oral, existe a possibilidade de tomar injeções quinzenais ou mensais que costumam diminuir as taxas de recaída.</p>
<p>Existem diversas drogas antipsicóticas atípicas que podem ser utilizadas em casos de pacientes que não respondam aos remédios tradicionais. A clozapina é uma delas. Costuma reduzir muitos dos sintomas, inclusive a depressão e a tendência ao suicídio.</p>
<p>A risperidona é o medicamento usualmente utilizado em pacientes que estejam hospitalizados. A olanzapina, medicamente mais recente no tratamento da esquizofrenia, produz menos efeitos extrapiramidais do que outros remédios. Além desses, ainda existem outros medicamentos sendo testados e introduzidos no mercado, como o sertindol e a ziprasidona.</p>
<p>Eletroconvulsoterapia: É pouco habitual na atualidade em razão da facilidade do uso dos antipsicóticos. Pode ser útil como tratamento adjunto àqueles que utilizam os remédios em pacientes que apresentem comportamento muito agitado e que precise ser controlado de forma rápida.</p>
<p>Psicossociais: Esse tipo de tratamento tem por fundamento dar base para que o paciente possa desenvolver habilidades de uma vida independente e é útil também para que a família do esquizofrênico saiba lidar com a doença.</p>
<p>Links Úteis:</p>
<p><a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/" target="_blank">Psiquiatra em Porto Alegre</a><br />
<a href="http://esquizofrenia.med.br/" target="_blank">Esquizofrenia</a></p>
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		<title>Aneurisma cerebral é conhecido por ser uma doença silenciosa</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/aneurisma-cerebral-e-conhecido-por-ser-uma-doenca-silenciosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[betostone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2013 21:06:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[aneurisma cerebral]]></category>
		<category><![CDATA[base do cranio]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[neurocirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O paciente pode viver muito tempo sem saber que tem aneurisma cerebral. Um dos principais sintomas da doença são as fortíssimas dores de cabeça.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um aneurisma cerebral acontece quando uma artéria do cérebro apresenta um grande fluxo sanguíneo e acaba inchando. O enfraquecimento das paredes da artéria por conta do inchaço cria uma espécie de bexiga que pode comprimir estruturas adjacentes no cérebro ou até se romper.</p>
<p>O aneurisma é conhecido por ser uma doença silenciosa, pois não apresenta sintomas visíveis de imediato. As pessoas podem viver muito tempo sem saber que possuem a doença e cerca de 15% dos pacientes morrem antes de receber o devido tratamento.</p>
<h3>Quais os sintomas de aneurisma cerebral?</h3>
<p>Dores de cabeça são o principal sintoma da doença. Pacientes com Aneurisma Cerebral descrevem as dores como “a pior dor de cabeça da sua vida”.</p>
<p>Essa dor é causada pelo rompimento da artéria que acaba acarretando em uma hemorragia. Outros sintomas comuns são vômitos, desmaios, convulsões e rigidez na nuca.</p>
<p>Mesmo que não ocorra o rompimento das artérias, sintomas como perda de visão podem surgir, por conta da compressão do nervo óptico.</p>
<h3>Como é o diagnóstico do aneurisma cerebral?</h3>
<p>A tomografia de crânio é o principal exame utilizado para confirmar se existe um <a href="https://aneurismacerebralmav.com.br/" target="_blank" rel="noopener">aneurisma cerebral</a>. Com esse exame é possível visualizar se houve uma hemorragia subaracnóide, o que pode indicar um rompimento da artéria.</p>
<p>Caso a tomografia não revele nenhuma anomalia, deve-se realizar uma punção lombar, exame que consiste na retirada do líquido cefalorraquidiano na medula. Caso ocorra sangramento durante o exame, mais um exame deve ser feito para alcançar a confirmação.</p>
<p>O exame padrão usado para confirmar definitivamente a existência do aneurisma cerebral é a angiografia cerebral. Nele, realiza-se uma punção da artéria femoral, utilizando contraste para visualizar e examinar as artérias cerebrais.</p>
<p>Parentes de primeiro grau de pacientes com <a href="https://www.ceanne.com.br/aneurisma-cerebral/" target="_blank" rel="noopener">aneurisma cerebral</a> possuem mais chances de desenvolver a doença. Esses familiares devem realizar exames de ressonância magnética e angioressonância dos vasos cerebrais, bem como angiografia cerebral, caso existam maiores suspeitas da doença.</p>
<h3>Qual o o tratamento indicado para o aneurisma cerebral?</h3>
<p>O tipo de tratamento usado em cada paciente deve ser escolhido levando em conta diversos fatores, como idade, condições clínicas e a localização do aneurisma no cérebro. A retirada cirúrgica do aneurisma cerebral é a opção mais indicada pois apresenta menores riscos de retorno do tumor e melhores resultados a longo prazo. O tratamento é realizado por microcirurgia vascular intracraniana.</p>
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