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	<title>doença Archives - São Paulo</title>
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	<item>
		<title>Tratamento para síndrome do pânico</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/tratamento-para-sindrome-panico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2013 20:11:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ataques inesperados de ansiedade são o principal indício da doença e, mm muitos casos, costuma estar acompanhado de medo extremo de lugares abertos ou de multidões.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas que sofrem de <a href="http://psicologaportoalegre.com.br/sindrome-de-panico.php" target="_blank">síndrome do pânico</a> têm ataques de ansiedades espontâneos, inesperados e de curta duração. Para ser diagnosticado com a doença é preciso apresentar, em período isolado e em um curto espaço de tempo, quatro ou mais dos sintomas característicos da doença.</p>
<p>São eles: aceleração dos batimentos cardíacos, suor, tremores, sensação de falta de ar, dores no peito, náusea, tontura, desmaio, dor abdominal, calafrios e calorões. Não há estudos precisos ainda sobre qual seria a causa da doença.</p>
<p>Veja a entrevista do Dr. Abelardo Ciulla sobre <strong>as causas da síndrome do pânico</strong>.</p>
<p><center><iframe src="//www.youtube.com/embed/Bvdrleq-ZEY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center><br />
A síndrome do pânico costuma estar acompanhada de agorafobia – medo extremo de lugares abertos ou de estar no meio de uma multidão – mas não é necessariamente um sintoma fundamental porque em casos mais leves da doença não costuma acontecer.</p>
<p>De 1% a 3% da população mundial sofre de síndrome de pânico ao longo da vida e é uma doença que atinge mais as mulheres do que os homens. É comum na fase adulta, mas quando se apresenta ainda na infância costuma ser diagnosticada de modo inadequado como transtorno de conduta.</p>
<p>Assista o D. Abelardo Ciulla em entrevista explicando sobre os medicamentos que podem ser utilizados para tratar a síndrome do pânico.</p>
<p><center><iframe src="//www.youtube.com/embed/u1MUPQaPdzY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center><br />
Para casos leves de síndrome do pânico a psicoterapia cognitivo-comportamental costuma apresentar resultados satisfatórios. O uso de remédios em pacientes com síndrome do pânico deve ocorrer somente se houver um ou mais desses sintomas: manifestações de agorafobia; sintomas de depressão ou de transtorno da personalidade; ideias de suicídio ou de automedicação.</p>
<p>Existe grande risco de que ao utilizar alguns tipos específicos de remédios o paciente se torne dependente deles e possa vir a apresentar ataques de síndrome de pânico do dobro da intensidade.</p>
<p>Link Úteis:</p>
<p><a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/" target="_blank">Psiquiatra em Porto Alegre</a><br />
<a href="http://sindromedepanico.com.br/" target="_blank">Síndrome do Pânico</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tratamento para transtorno de estresse pós-traumático</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/tratamento-para-transtorno-de-estresse-pos-traumatico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2013 17:40:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem é vítima de transtorno de estresse pós-traumático precisa necessariamente ter vivenciado algum evento que causou imenso trauma. Mas nem todos que experienciaram algo assim desenvolvem o transtorno.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O<strong> transtorno de estresse pós-traumático</strong> é algo que acontece quando alguém experienciou alguma situação que tenha envolvido morte, ferimentos ou ameaça à integridade física e que tenham causado medo, impotência ou horror.</p>
<p>Aqueles que sofrem do transtorno de estresse pós-traumático costumam reviver a situação, de maneira involuntária, por meio de recordações e sonhos recorrentes, intrusivos e aflitivos. O paciente pode apresentar mudanças de comportamento como irritabilidade ou surtos de raiva, distanciamento em relação às outras pessoas, dificuldade na conciliação do sono e dificuldade de concentração.</p>
<p>Quem é vítima de transtorno de estresse pós-traumático precisa necessariamente ter vivenciado algum evento que causou imenso trauma. Mas nem todos que experienciaram algo assim desenvolvem o transtorno. As causas do Estresse Pós-Traumático dos homens são em razão de exposição, combate ou testemunho de violência declarada. Já entre as mulheres deve-se a situação de estupro e molestação sexual.</p>
<p>Para diagnosticar o transtorno existem diversos métodos, desde escalas desenvolvidas especialmente em função dos soldados da Guerra do Vietnã até avaliações de distúrbio cognitivo.</p>
<p>O tratamento pode ser feito por meio de diversos métodos. Não há nenhum remédio desenvolvido especialmente para casos de estresse pós-traumático, por isso a medicação utilizada é a que normalmente é indicada para casos de transtornos envolvendo ansiedade, humor ou hipertensão.</p>
<p>O tratamento psicológico é sempre recomendável e pode variar de acordo com a teoria psicológica que segue – dinâmica ou cognitivo-comportamental, por exemplo.</p>
<p>Links Úteis:<br />
<a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/" target="_blank">Psiquiatra em Porto Alegre </a><br />
<a href="http://tratamentodoestresse.com.br/" target="_blank">Transtorno do Estresse Pós-Traumático</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tratamento para transtorno alimentar</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/tratamento-para-transtorno-alimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2013 17:22:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pessoas que sofrem desse transtorno têm uma imagem extremamente distorcida de si mesmas, ao acreditar que estão sempre acima do peso.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Transtorno Alimentar</strong> é a denominação usada para qualquer tipo de padrão alimentar que possa prejudicar a saúde de um indivíduo. A anorexia nervosa é um dos <a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/tratamento-de-transtorno-alimentar/" target="_blank" rel="noopener">transtornos alimentares</a> mais recorrentes atualmente, principalmente entre meninas adolescentes.</p>
<p>A principal característica da anorexia é o medo irracional de ganhar peso, mantendo uma massa corporal muito abaixo do nível considerado ideal em relação à idade e altura. Pessoas que sofrem com esse transtorno tem uma imagem extremamente distorcida de si mesmas, achando sempre que estão gordas ou acima do peso.</p>
<p>A dieta de um anoréxico é bastante restrita, negando qualquer tipo de alimento mais calórico. Essa alimentação ruim acaba causando a inanição autoimposta, ou seja, extrema desnutrição causada pela própria pessoa. Autoindução de vômitos ou exercícios em excesso também são sintomas comum da doença.</p>
<p>O diagnóstico da anorexia é bastante relativo e pode demorar para ser alcançado. A principal maneira de se chegar a definição do quadro é através das tableas da Metropolitan Life Insurence ou tabelas pediátricas de crescimento.</p>
<p>Dr. Abelardo Ciulla fala sobre o porquê do <a href="http://psicologaportoalegre.com.br/transtorno-alimentar.php" target="_blank" rel="noopener">tratamento para transtorno alimentar</a> ser tão fundamental.</p>
<p><center><iframe src="https://www.youtube.com/embed/t0epP9N3ibM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center><br />
Segundo as tabelas, que levam em conta dados como altura e idade, pessoas com um índice de massa corporal inferior a 17, 5 kg/m² são consideradas anoréxicas. Entretanto, a palavra final deve ser do médico que irpa analisar cada caso individualmente. Testes de triagem também podem ser usados, como o Inventário dos Transtornos Alimentares e o Teste de Atitudes Alimentares.</p>
<p>Para tratar a anorexia, a principal técnica é a erapia comportamental, que induzirá o paciente a retornar ao seu peso normal. É importante que ocorra uma reeducação alimentar, mas de maneira gradual, para superar a resistência metabólica. Medicamentos como antidepressivos também podem ser prescrevisdos como complemento do tratamento.</p>
<p>Outro transtorno alimentar bastante comum é a bulimia nervosa, transtorno que provoca um desejo de comer compulsivo, fazendo com que o paciente coma uma grande quantidade de comida em um curto período de tempo. A pessoa não consegue controlar suas ações, comendo sem parar.</p>
<p>Após as crises, ocorrem as ações compensatórias, ou seja, o paciente tenta compensar a quantidade de comida que ingeriu através da autoindução de vômitos, uso de laxantes, jejuns ou exercícios excessivos.</p>
<p>O diagnóstico é feito através de estes psicológicos, mas a principal maneira de diagnosticar a bulimia é durante as conversas entre o paciente e seu médico, que irá avaliar cada caso individualmente.</p>
<p>As psicoterapias cognitivo-comportamental e interpessoal são as principais técnicas de tratamento para bulimia. Antidepressivos também podem fazer parte do tratamento. Em casos extremos, tanto na bulimia como na anorexia, pode ser necessária a hospitalização do paciente para que se faça um tratamento mais intensivo.</p>
<p>Links Úteis:</p>
<p><a href="https://drleandrociulla.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Psiquiatra em Porto Alegre</a><br />
<a href="http://transtornoalimentar.med.br/" target="_blank" rel="noopener">Transtorno Alimentar</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Casos em que a internação psiquiátrica é recomendada</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/casos-em-que-internacao-psiquiatrica-e-recomendada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2013 16:54:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A internação psiquiátrica é recomendada quando o paciente estiver representando perigo para si mesmo ou para as demais pessoas. A internação pode ser voluntária ou pode ser recomendada pelo médico. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A psiquiatria é baseada no diálogo direto entre o paciente e seu psiquiatra. Por meio de conversas e análises, o médico é capaz de tratar pacientes com diversos transtornos e distúrbios psicológicos. Normalmente, os encontros acontecem em consultório e, em alguns casos, podem ser prescritos medicamentos para auxiliar no tratamento.</p>
<p>Quando o transtorno psiquiátrico chega a um nível muito extremo, em que o paciente passa a representar uma ameaça para todos a sua volta e para si mesmo, recorre-se a <strong>internação psiquiátrica</strong>. Nesses casos, o paciente é colocado em um hospital psiquiátrico, onde receberá um tratamento mais intenso, com maior acompanhamento dos médicos.</p>
<p>Um indivíduo pode ser hospitalizado de maneira voluntária, ou seja, ele próprio está ciente da sua situação e se dispõe a entrar em um tratamento mais intenso. Já em situaçãos onde o paciente se nega a buscar ajuda e ignora a gravidade da sua situação, pode ocorrer a internação involuntária, quando amigos ou familiares induzem a hospitalização, mesmo sem o consentimento do paciente.</p>
<p>Assista à entrevista do Dr. Abelardo Ciulla em que ele esclarece sobre a necessidade de combatermos o preconceito referente ao tratamento e à internação psiquiátrica.</p>
<p><center><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/mx8zut-Gn5g" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center><br />
Existe ainda a internação compulsória, que ocorre quando a hospitalização é uma ordem jurídica, pois o paciente é visto pela legislação como uma ameaça para outras pessoas e para si.</p>
<p>A <a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/internacao-psiquiatrica/" target="_blank">internação psiquiátrica</a> é um método de tratamento deixado sempre para casos muito extremos, onde nenhuma outra técnica de internvenção se mostrou eficiente. O principal fator que leva à hospitalização é o risco de suicídio, desde apenas pensamentos até tentativas concretas. A depressão e o transtorno psicótico são os quadros mais propícios à tentativas de suicídio.</p>
<p>Quando o indivíduo já tentou tirar a sua própria vida, a internação deve ser imediata, para que sejam analisados os motivos que o levaram a tal ação, principalmente se ele mostrar frieza e indeferença em relação à siuação. Cuidados especiais devem ser tomados, pois pacientes que já tentaram cometer suicídio têm grandes chances de tentar outra vez.</p>
<p>Durante a hospitalização, é precisar ressaltar para o paciente que seu comportamento representa uma ameaça para si e para aqueles com quem ele convive. Pacientes agressivos devem ser conscientizados, na tentativa de melhorar sua conduta.</p>
<p>Enquanto estiver internado, o paciente passará por exames neurológicos, eletrocardiogramas, eletroencefalogramas e ressonâncias magnéticas para checar a existência de epilepsia ou tumor cerebral, que podem estar causando os sintomas. Assim que os sintomas mais graves forem tratados, o paciente já receberá alta e voltará ao tratamento somente em ambulatório.</p>
<p>Links úteis:</p>
<p><a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/" target="_blank">Psiquiatra em Porto Alegre</a><br />
<a href="http://internacaopsiquiatrica.com.br/" target="_blank">Internação Psiquiátrica</a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Meningioma cerebral é o tumor que cresce a partir das meninges</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/meningioma-cerebral-e-o-tumor-que-cresce-a-partir-das-meninges/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2013 16:27:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[neurocirurgia]]></category>
		<category><![CDATA[tumor]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse tipo de tumor cerebral cresce sem apresentar sintomas. Costuma ser diagnosticado somente quando já está em nível avançado.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Meningioma cerebral</strong> é um dos tipos de tumores que podem surgir no nosso corpo. Ele se origina no cérebro, a partir de membranas protetoras chamadas meninges.Este tipo de tumor cresce lentamente e por isso apresenta poucos sintomas. Por conta disso, geralmente só é diagnosticado em seus estágios mais avançados, quando passa a comprimir as estruturas cerebrais, causando dores de cabeça, vômitos, convulsões e paralisia dos braços e pernas.</p>
<p>O meningioma cerebral apresenta uma capacidade de adaptação cerebral conhecida como complacência. Por se desenvolver lentamente, é capaz de “enganar” o cérebro, que se adapta àquele tumor. É comum os meningiomas serem diagnosticados em uma fase gigante, pois até então o paciente não havia apresentado nenhum tipo de sintoma.</p>
<p>Em geral o <a href="https://gustavoisolan.com/meningioma/" target="_blank" rel="noopener">meningioma cerebral</a> se apresenta como um tumor benigno, o que facilita a retirada e a recuperação do paciente. Existem casos de meningiomas com comportamento maligno, que se desenvolvem mais rápido do que os benignos, mas são bastante raros.</p>
<p>A retirada do tumor por meio de cirurgia é a opção mais eficaz para tratar a doença. É o único procedimento que elimina por completo o tumor. Os neurocirurgiões utilizam um microscópio cirúrgico, que garante extrema precisão e segurança na retirada do meningioma, reduzindo os riscos de sequelas no paciente.</p>
<p>O local e o tamanho do tumor podem interferir na cirurgia. Se o tumor estiver alojado em um local crítico do cérebro, o médico pode retirá-lo apenas parcialmente. Caso isso aconteça, o paciente deve manter um acompanhamento médico após a cirurgia para controlar o desenvolvimento do tumor.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Cigarro é responsável pelas duas principais causas de morte por doença</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/cigarro-e-responsavel-pelas-duas-principais-causas-de-morte-por-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2013 19:24:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[tabagismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais de 1 bilhão de pessoas no mundo são fumantes. Apesar de o índice estar diminuindo, os paulistas fumantes ainda estão acima da média nacional.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>cigarro</strong> é a uma das drogas mais usadas no mundo e o responsável pelas duas principais causas de morte por doenças: câncer e doenças cardiovasculares. Apesar de estar em queda, o número de fumantes no mundo ainda é alto, somando quase 1,2 bilhão.</p>
<p>No Brasil, a cidade de São Paulo apresenta grande concentração de fumantes, sendo apontada como a terceira em porcentagem por uma pesquisa do Ministério da Saúde. Seguindo a tendência mundial, o número de paulistas usuários do tabaco permanece em queda, mas ainda é maior do que a média nacional, registrada em 14,8%.</p>
<p>A maioria dos fumantes é do sexo masculino, porém, as mulheres são as que apresentem maior dificuldade para largar o vício. Essa dificuldade é ocasionada, principalmente, pelo medo das mudanças estéticas que podem ocorrer, como o aumento do peso, por exemplo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-1636" alt="cigarro doenças cardíacas" src="https://saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2013/12/cigarro-doenças-cardíacas.jpg" width="600" height="400" srcset="https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2013/12/cigarro-doenças-cardíacas.jpg 600w, https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2013/12/cigarro-doenças-cardíacas-300x200.jpg 300w, https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2013/12/cigarro-doenças-cardíacas-150x100.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Para tentar diminuir o número de fumantes no estado, o governo de São Paulo instituiu, em 2009, a Lei Antifumo. A lei proíbe o fumo em lugares fechados de uso coletivo como bares, restaurantes, escolas, casas de show, shoppings, taxis e ônibus. Fumódromos, áreas específicas para fumantes, também não são permitidas, pois a lei visa à criação de ambientes 100% livres de fumo. O estabelecimento que desrespeitar a lei deverá pagar uma multa.</p>
<p>A principal motivação para a criação da lei foi a proteção dos não fumantes. O fumante passivo, aquele que mesmo sem tragar o cigarro inala a fumaça, sofre tantos danos quando o próprio fumante. Segundo a Organização Mundial de Saúde, o fumo passivo é a terceira principal causa de morte evitável.</p>
<p>Em nível internacional, o Dia Mundial Sem Tabaco, celebrado em 31 de maio, pretende conscientizar a população sobre os males do tabaco. O principal objetivo da data é proibir a publicidade e promoção de marcas de cigarro, pedido feito pela Organização das Nações Unidas a todos os governos. Acredita-se que a pressão social das campanhas antifumo seja a arma mais poderosa na guerra contra o tabagismo.</p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tratamento para Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/tratamento-para-transtorno-obsessivo-compulsivo-toc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2013 21:58:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As manifestações do transtorno costumam ser divididas entre obsessões e compulsões, mas não existem sintomas precisos comuns à todos os pacientes. Saiba mais sobre o modo em que é feito o diagnóstico e como o TOC pode ser tratado.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 13px;">Quem sofre de <strong>Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)</strong> normalmente tem ideias obsessivas e compulsivas relacionadas à sensações de fobia e aversões ilógicas. Essas sensações costumam ser referentes à noções de organização, limpeza, simetria e perfeição. Estima-se que uma cada 60 pessoas sofra de <a href="http://psicologaportoalegre.com.br/toc.php" target="_blank">TOC</a>, algo que a torna uma doença bastante comum. Geralmente se manifesta ainda durante a infância ou no início da adolescência.</span></p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>O TOC não tem sintomas tão determinados e pode variar muito de paciente para paciente. Ainda assim, as manifestações da doença são divididas entre obsessões e compulsões. As obsessões se caracterizam por impulsos ou pensamentos constantes de repugnância que causam ansiedade de modo involuntário.</p>
<p>São despertadas durante situações corriqueiras e, com frequência, são reconhecidas pelo próprio paciente como algo irracional. A sensação sentida é a de que algo muito ruim está para acontecer e que algo deve ser feito para impedir.</p>
<p>Já as compulsões são os rituais e as ações feitas de forma incessante que tem como objetivo atenuar as sensações de medo e de ansiedade. Podem ser, por exemplo, repetições de palavras, orações ou contagens em sequência. São ações que, ao contrário das obsessões, o paciente realiza propositalmente no intuito de aliviar a ansiedade.</p>
<p>Certos rituais não tem necessariamente alguma relação com o que se propõe evitar, por exemplo, não pisar nas juntas das calçadas para que algo ruim não aconteça. É comum também que a pessoa que sofra de TOC evite situações ou lugares que despertarão sua ansiedade como banheiros públicos e hospitais.</p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>Não há um modo concreto de diagnosticar alguém com <a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/tratamento-de-transtorno-obsessivo-compulsivo/" target="_blank">Transtorno Obsessivo Compulsivo</a> porque os sintomas variam e, de qualquer forma, os pacientes costumam sofrer também de outros transtornos. O diagnóstico deve ser feito a partir da análise de um psiquiatra.</p>
<p>A análise, desde os anos 1980, é feito a partir da Escola Obsessiva Compulsiva de Yale-Brown, que classifica os pacientes em uma escola de zero a 40 a partir de uma entrevista feita em três partes. Aqueles que pontuarem a cima de 31 são os considerados graves.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>O tratamento para TOC depende diretamente do nível de intensidade da doença. Pode variar desde a diminuição do estresse até a neurocirurgia. Contudo o tratamento tradicional continua sendo a terapia comportamental em que o médico incentiva o paciente a enfrentar as situações que despertam sua ansiedade, mas sem recorrer aos escapes compulsivos. O uso de remédios é recomendado para diminuir sintomas e o desconforto para o paciente. A neurocirurgia é utilizada como opção de tratamento somente quando nenhuma outra alternativa apresentou resultados.</p>
<p>Links Úteis:</p>
<p><a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/" target="_blank">Psiquiatra em Porto Alegre</a><br />
<a href="http://toc.med.br/" target="_blank">Transtorno Obsessivo Compulsivo</a></p>
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		<title>Tratamento de mancha em vinho do Porto</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/tratamento-de-mancha-em-vinho-do-porto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2013 21:37:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[laser]]></category>
		<category><![CDATA[pele]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Presente em cerca de 0,5% dos bebês recém nascidos, a mancha em vinho do Porto é composta por ectasias dos vasos sanguíneos presente na derme. Existem técnicas com laser capazes de tratar a mancha.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 13px;"><strong>Mancha em vinho do Porto</strong> são manifestações congênitas compostas por ectasias dos vasos sanguíneos presente na derme. Cerca de 0,5% dos recém nascidos são acometidos com essas manchas. </span>Com o passar dos anos o paciente tende a ficar com escurecimento e espessamento da derme, podendo evoluir com nodulosidade.</p>
<p>O tratamento a laser é a primeira opção e seu resultado depende da tecnologia envolvida, idade do paciente e localização. O principio do tratamento é semelhante ao tratamento para teleangiectasias e manchas vasculares, exige um laser que possua afinidade pela oxiemoglobina, levando a fototermolise seletiva a promover a fotocoagulação dos vasinhos envolvidos.</p>
<p>As principais tecnologias envolvidas no tratamento são a luz pulsada e o laser de YAG pulso longo. São necessárias cerca de 6- 10 sessões, ou mais, conforme a necessidade. No entanto, já é possível observar um resultado significativo após uma única aplicação.</p>
<p>O Laser de Yag tende a ser mais efetivo: melhores resultados com menor número de sessões. No entanto, o tratamento é um pouco mais agressivo, mas nada que impeça o retorno de imediato as atividades normais. A criança preferencialmente deve ser tratada sob sedação, lembrando que quanto antes o tratamento, menor o impacto psicológico.</p>
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		<title>Tratamento para transtorno bipolar</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/tratamento-para-transtorno-bipolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2013 21:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Subdividida em três categorias, o transtorno bipolar é a doença das mudanças repentinas de humor. Saiba mais o modo com que o diagnóstico é feito e os diferentes tipos de tratamento.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 13px;">O </span><strong>Transtorno Bipolar</strong><span style="font-size: 13px;"> é o distúrbio psicológico em que a pessoa tem alterações repentinas de humor. O paciente alterna acessos de depressão e momentos de euforia, também conhecidos como mania. As alterações de humor podem ter diversos níveis de intensidade.</span></p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>O <a href="http://psicologaportoalegre.com.br/transtorno-bipolar.php" target="_blank">Transtorno Bipolar</a> pode ser subdivido em três categorias: Transtorno Bipolar I: predomínio da fase eufórica com acessos de humor fora do comum seguida de pequenas manifestações de depressão em que o paciente costuma dormir muito. São pessoas sociáveis, de pensamento rápido e com alto senso crítico, mas que também apresentam traços de paranoia, delírios e alucinações. Transtorno Bipolar II: tanto os sintomas de depressão quanto de euforia são mais leves e acontecem com maiores intervalos de tempo. Não notam que estão doentes devido ao seus sintomas sutis e por isso costumam negar tratamento. Transtorno Ciclotímico: tem características similares aos outros tipos de transtornos, mas a instabilidade é quase constante já que as mudanças repentinas de humor podem acontecer ao longo do mesmo dia. O Dr. Abelardo Ciulla explica em entrevista quais são as causas do transtorno bipolar.</p>
<p><center><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/f3fnuBG9sAo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center></p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>O diagnóstico de transtorno bipolar não é a partir de um exame físico, mas sim pela análise comportamental feita pelo psiquiatra ao conversar com o paciente e com os familiares. A avaliação concreta pode demorar anos até que se obtenha um resultado preciso, porque parte dos sintomas podem ser confundidos com outras doenças.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>O <a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/tratamento-de-transtorno-bipolar/" target="_blank">Transtorno Bipolar</a> não tem uma cura precisa. O tratamento para Transtorno Bipolar é uma combinação de uso de remédios e de acompanhamento psicoterapêutico. Serve para diminuir e controlar os sintomas, evitar recaídas e, ainda, melhorar a qualidade de vida do paciente. Aqueles pacientes que conseguem manter um estilo de vida mais saudável podem ter melhores respostas ao tratamento. O tratamento a base de remédios é a partir da utilização de neurolépticos, antipsicóticos, ansiolíticos anticonvulsivantes e estabilizadores de humor, com destaque para o lítio. Aqueles que estão em tratamento devem evitar a ingestão de substâncias psicoativas como álcool, cafeína e anfetaminas. Quando o paciente tiver surtos muito graves pode ser que a hospitalização seja necessária até que ele volte ao normal.</p>
<p>Links Úteis:</p>
<p><a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/" target="_blank">Psiquiatra em Porto Alegre</a></p>
<p><a href="http://transtornobipolar.med.br/" target="_blank">Transtorno Bipolar</a></p>
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		<item>
		<title>Síndrome de Cushing pode ser causada por diferentes motivos</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/sindrome-de-cushing-pode-ser-causada-por-diferentes-motivos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2013 17:37:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[hipófise]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://saopaulo.sitesproweb.com/?p=436</guid>

					<description><![CDATA[<p>Saiba quais são os diferentes sintomas da doença e as possibilidades de tratamento.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Síndrome de Cushing</strong> é a doença causada pela demasiada exposição do corpo a altos níveis de hormônio cortisol, a utilização de hormônios glicocorticóides e prednisona para <a href="http://www.infoescola.com/doencas/asma/" target="_blank">asma</a>. Pode ser causado também por <a href="http://www.infoescola.com/doencas/artrite/" target="_blank">artrite reumatóide</a>, <a href="http://www.infoescola.com/doencas/lupus/" target="_blank">lúpus</a> e casos em que a glândula pituitária produz o hormônio ACTH em excesso. A doença recebe também a denominação de hipercortisolismo ou hiperadrenocortisolismo.</p>
<p>O cortisol é muito importante para o bom funcionamento do organismo, já que ajuda na manutenção da pressão arterial, nas funções cardiovasculares e inflamatórias do sistema imune. Ainda regula o metabolismo dos carboidratos, proteínas e gorduras. Equilibra o nível de insulina, aproveitando os açucares e contribuindo com a resposta do corpo ao estresse.</p>
<p>A Síndrome de Cushing causa sintomas como obesidade acima da cintura; braços e pernas finos; rosto redondo, vermelho e cheio e o crescimento lento em crianças. Na puberdade podem surgir acnes ou infecções, manchas roxas e estrias. Além disso, as alterações musculares e ósseas também podem aparecer, causando dor na coluna, acúmulo de gordura entre os ombros, afinamento dos ossos e fraqueza na musculatura.</p>
<p>Em mulheres os sintomas da Síndrome de Cushing podem variar dos demais, como excesso de pelos no rosto, no pescoço, tórax, abdome e coxas. Alterações no ciclo menstrual como irregularidade ou interrupção. Já nos homens ocorre à diminuição da fertilidade e falta de desejo sexual.</p>
<p>Modificações neurológicas também podem surgir como depressão, ansiedade, alterações no comportamento. O tratamento pode ser feito com medicamentos para bloquear a liberação de cortisol ou por meio de uma cirurgia, em casos que a doença desenvolve um tumor na glândula pituitária ou na glândula suprarrenal.</p>
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