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	<title>Fapesp Archives - São Paulo</title>
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		<title>Fapesp integra consórcio de megatelescópio no Chile</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/fapesp-integra-consorcio-de-megatelescopio-no-chile/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2015 20:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fapesp]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[gmt]]></category>
		<category><![CDATA[Telescópio Gigante de Magalhães]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Telescópio de Magalhães integrará estudos feitos em São Paulo.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Telescópio Gigante de Magalhães</strong> no Chile tem participação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (<strong>Fapesp</strong>). Em 2014 a Fapesp geriu uma receita de R$ 1,22 bilhão.</p>
<p><iframe src="https://www.youtube.com/embed/FVVSGcfFWVc" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p>O Telescópio de Magalhães, do alto de seus 61 metros, o equivalente a 22 andares,operando em 2021 terá abertura de 24,4 m², mais de duas vezes o tamanho do maior telescópio do mundo até a data, localizado nas Ilhas Canárias na Espanha. O GMT, como também é conhecido, terá resolução quase 10 vezes maior do que a do Hubble e uma ótica adaptativa que reduz a distorção gerada pela atmosfera. Uma técnica especial de fabricação de cada um dos sete espelhos de 8,4 metros que compõem o equipamento permitirá também minimizar a distorção térmica.</p>
<p>Com um investimento total de US$ 40 milhões ao longo de oito anos, a Fapesp integra o consórcio do Telescópio Gigante de Magalhães juntamente com a Astronomy Australia Limited, o Australian National University, Carnegie Institution for Science, Harvard University, Korea Astronomy and Space Science Institute, Smithsonian Institution, Texas A&amp;M University, University of Arizona, University of Chicago e University of Texas at Austin.</p>
<p>A Fapesp também prevê a criação da Rede Paulista de Astronomia, que entre outras atividades coordenará a participação no GMTO. A nova entidade irá promover workshops, desenvolvimento de instrumentos, produção de material didático e de divulgação científica. <a href="http://revistapesquisa.fapesp.br/2015/05/13/o-primeiro-dos-gigantes/" target="_blank">Veja mais&#8230;</a></p>
<h2>Fapesp investe mais no Estado de São Paulo</h2>
<p>Contudo, o investimento no GMT não foi grande. A Fapesp investiu mais de 94% do orçamento, o equivalente a R$ 1,15 bilhão, em pesquisas científicas e tecnológicas desenvolvidas no território paulista. Os outros 6% foram destinados à infraestrutura das pesquisas, aumentando a visibilidade da ciência produzida em São Paulo e assegurando sua continuidade. No caso do Telescópio Gigante de Magalhães, os astrônomos brasileiros devem receber cotas nos tempos de observação.</p>
<p>Para quebrar fronteiras, a Fapesp busca promover parcerias entre pesquisas de cientistas brasileiros e estrangeiros. No ano passado, 17% das bolsas de pós-doutorado cedidas pela instituição foram destinadas a estrangeiros.</p>
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