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	<title>grafite Archives - São Paulo</title>
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		<title>Exposição de Jean-Michel Basquiat, da Coleção Mugrabi, em São Paulo</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Jan 2018 18:21:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os três andares do CCBB de São Paulo abrigam a primeira exposição retrospectiva (Coleção Mugrabi) do prolífico artista nova-iorquino Jean-Michel Basquiat no Brasil. Tida como uma forte e emblemática representação do “street art” de Nova Iorque nos 70 e 80, a mostra já está aberta à visitação, das 9h às 21h, e se estende até [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Os três andares do CCBB de São Paulo abrigam a primeira exposição retrospectiva (Coleção Mugrabi) do prolífico artista nova-iorquino Jean-Michel Basquiat no Brasil. Tida como uma forte e emblemática representação do “street art” de Nova Iorque nos 70 e 80, a mostra já está aberta à visitação, das 9h às 21h, e se estende até o dia 7 de abril.</p>
<p>Com quadros que, atualmente, chegam a valer mais de US$ 100 milhões, Basquiat é autor de um acervo de obras que vão de colagens e grafites até pintura, sempre com traços icônicos que se assemelham a desenhos infantis. Além disso, é marcado como o primeiro artista afrodescendente a conquistar espaço e visibilidade no nicho predominantemente caucasiano das galerias de arte.</p>
<p>A mostra Mugrabi é a maior do mundo quando se trata de Basquiat e este riquíssimo acervo é do israelense Jose Mugrabi, que conheceu o artista quando este trabalhava junto a Andy Warhol, outro célebre artista plástico nova-iorquino. Nela há telas, desenhos gravuras que presentam uma retrospectiva da produção do estadunidense.</p>
<p>Com aproximadamente 2000 peças produzidas, das que estão no CCBB, destacam-se Untitled (Yellow Tar and Feathers) e Untitled (Hand Anatomy), uma das primeiras de sua carreira. Além disso, há quatro obras de Andy Warhol. Voltando a Basquiat, outra ênfase importante são pratos que ele pintou homenageando artistas que admirava como Pasolini, Picasso, Dalí e seu parceiro e amigo Warhol.</p>
<figure id="attachment_12107" aria-describedby="caption-attachment-12107" style="width: 487px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="Inédita exposição de Jean-Michel Basquiat em São Paulo wp-image-12107" title="Inédita exposição de Jean-Michel Basquiat em São Paulo" src="https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2018/01/basquiat-Roland-Hagenberg-820x1024.jpg" alt="Inédita exposição de Jean-Michel Basquiat em São Paulo" width="487" height="608" srcset="https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2018/01/basquiat-Roland-Hagenberg-820x1024.jpg 820w, https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2018/01/basquiat-Roland-Hagenberg-240x300.jpg 240w, https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2018/01/basquiat-Roland-Hagenberg-768x960.jpg 768w, https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2018/01/basquiat-Roland-Hagenberg.jpg 1920w" sizes="(max-width: 487px) 100vw, 487px" /><figcaption id="caption-attachment-12107" class="wp-caption-text">Basquiat. Foto: Roland Hagenberg</figcaption></figure>
<h2>A Carreira de Basquiat</h2>
<p>Nascido e criado em Nova Iorque, Jean-Michel Basquiat foi um artista plástico que se popularizou previamente como um grafiteiro até virar um neoexpressionista. Com ascendência porto-riquenha pela parte materna e haitiana paterna, desde cedo se interessou e mostrou aptidão por arte, sendo bastante influenciado pela mãe. Aos 17 anos começou a fazer grafites em construções abandonadas de Manhattan, já com uma assinatura frequente, “SAMO” ou “SAMO shit”. Estas assinaturas chamaram atenção das pessoas, até que em dezembro de 1978 o veículo Village Voice publicou um artigo sobre os grafites. Posteriormente, o SAMO virou um epitáfio “SAMO IS DEAD”, escrito nas paredes de construções da SoHo nova-iorquino.</p>
<p>Em 78, Basquiat fugiu de casa e passou a viver com amigos, ganhando a vida através da venda de camisetas e postais que confeccionava. No ano seguinte, ganhou status de celebridades na cena de arte de East Village, Manhattan, após aparições recorrentes em um programa de tevê. No ano de 1982, começou a ser visto frequentemente com Julian Schnabel e David Salle colecionadores e especialistas em arte que outrora seriam denominados &#8220;neoexpressionistas&#8221;. Nesta época, conheceu Andy Warhol, artista mundialmente conhecido em diversos âmbitos, com quem produziu ostensivamente e cultivou amizade. A famosa revista estadunidense The New York Times, no dia 10 de fevereiro de 1985, dedicou uma edição inteiramente a Basquiat, a partir deste acontecimento, diversas exposições internacionais nas principais cidades da Europa foram realizadas.</p>
<p>No ano 1988, aos 27 anos, Basquiat faleceu devido a uma overdose recorrente de um coquetel de drogas que ingeriu em seu estúdio. Um filme em homenagem a ele foi realizado, dirigido por Julian Schnabel, e com Basquiat interpretado por Jeffrey Wright.</p>
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		<title>São Paulo tem o maior corredor de grafite da América Latina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2015 17:35:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[avenida 23 de maio]]></category>
		<category><![CDATA[grafite]]></category>
		<category><![CDATA[maior corredor de grafite da América Latina]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa da prefeitura para apoiar a arte urbana colorirá a Av. 23 de Maio.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Avenida 23 de Março recebe o <strong>maior corredor de grafite da América Latina</strong>. Os 15 mil m² do muro que cerca os 5,4 km da via que liga a zona sul ao centro da cidade serão preenchidos por grafiteiros de São Paulo em mais uma iniciativa para reduzir o aspecto cinza da cidade.</p>
<p>Em obra patrocinada pela prefeitura que custará R$ 1 milhão, mais de 200 artistas darão mais colorido à cidade. Além da limpeza dos muros, dos materiais para a produção dos grafites, e de alimentação, a Secretaria de Cultura disponibilizou o apoio da Guarda Civil Metropolitana e da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) para garantir a realização segura das obras. O maior corredor de grafite da América Latina terá também a ampliação da iluminação e o corte da grama do canteiro na Avenida 23 de Maio.</p>
<figure id="attachment_8258" aria-describedby="caption-attachment-8258" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-8258" src="https://sao-paulo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/grafite-23maio.jpg" alt="início dos trabalhos de grafite nos muros da avenida 23 de maio" width="600" height="413" srcset="https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/grafite-23maio.jpg 600w, https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/grafite-23maio-300x206.jpg 300w, https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2015/01/grafite-23maio-150x103.jpg 150w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-8258" class="wp-caption-text">Foto: César Ogata / SECOM</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com a produção iniciada em dezembro e prevista para ser concluída até o final de janeiro, o trânsito na Avenida enfrentou algumas dificuldades. Uma das pistas chegou a ser bloqueada para possibilitar o trabalho dos grafiteiros, havendo registro de dificuldade de fluxo no local. A lentidão provocada teve ainda grande parcela de curiosos que tiravam o pé para conferir os trabalhos do que será o maior corredor de grafite da América Latina. A organização concentra as pinturas da segunda metade do mês apenas nos finais de semana.</p>
<h2>São Paulo tem pela segunda vez o maior corredor de grafite da América Latina</h2>
<p>Do Terminal Bandeira na Vila Mariana até a passarela Ciccilio Matarazzo, em frente ao MAC, no centro da cidade, serão 70 muros grafitados. O painel que supera os murais da zona leste feitos para a Copa do Mundo, é o maior corredor de grafite da América Latina. Entre os mais de 200 artistas necessários para confeccioná-lo estão Rui Amaral, Binho Ribeiro, Eziel, Ozi, Mauro Neri, Mundano, Bárbara Goy, Enivo, Leon, Rui Amaral, Denys Evol, Toddy, Manulo, Tikka e Nick.</p>
<p>São Paulo tem uma das maiores comunidades de grafiteiros do mundo. O ponto de encontro desses artistas na capital paulista é o Beco do Batman, travessa na Vila Madalena onde nos anos 80, quando pouco se falava de grafite, o personagem dos quadrinhos foi encontrado pintado em um dos muros.</p>
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		<title>Enivo, grafiteiro workaholic batalha pela sua arte na rua e na galeria</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/enivo-grafiteiro-workaholic-batalha-pela-sua-arte-na-rua-e-na-galeria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Oct 2014 19:52:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Exposição]]></category>
		<category><![CDATA[Museus]]></category>
		<category><![CDATA[a7ma]]></category>
		<category><![CDATA[enivo]]></category>
		<category><![CDATA[grafite]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Artista formado começou na rua e hoje pinta as construções da cidade enquanto prepara um legado permanente na galeria.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Enivo</strong>, o grafiteiro que teve um dos seus trabalhos apagado por estudantes de medicina da USP e que já foi até preso por causa de sua arte, é um dos artistas de rua mais atuantes de São Paulo.</p>
<p>Formado em Artes Plásticas pela Faculdade Paulista de Artes, o grafiteiro Enivo conheceu a técnica no Grajaú em 1998, ao ver os traços de Jerry Batista, hoje seu amigo, e Alexandre Niggaz, que morreu afogado na Represa Billings em 2003, aos 21 anos. Ao presenciar as intervenções na sua vizinhança, Enivo começou a trabalhar na própria rua de casa e depois começou a procurar espaços para seu grafite pelo bairro. Hoje ele tem, além da cidade, uma galeria de arte urbana na Vila Madalena a, A7ma.</p>
<figure id="attachment_7407" aria-describedby="caption-attachment-7407" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="wp-image-7407 size-full" src="https://sao-paulo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/enivo-paulista.jpg" alt="mural de enivo" width="600" height="450" srcset="https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/enivo-paulista.jpg 600w, https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/enivo-paulista-300x225.jpg 300w, https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/enivo-paulista-150x112.jpg 150w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7407" class="wp-caption-text">Obra de Enivo na rua</figcaption></figure>
<p>Com 28 anos, o artista está acostumado tanto com a hostilidade quanto com a beleza das ruas. Em sua trajetória Enivo já recebeu de elogios a pratos de comida, mas também precisou correr de agressores. Entre os episódios mais marcantes, que receberam inclusive cobertura jornalística, o grafiteiro teve um mural apagado na Paulista por estudantes de medicina da USP que queriam divulgar uma festa. Em entrevista à Veja SP Enivo diz que é &#8220;bobo usar o espaço para divulgar uma festa, enquanto estão rolando tantas coisas na cidade em questão de política e meio ambiente&#8221;. E garante que esta é a segunda ou terceira vez que isso acontece por causa do mesmo evento.</p>
<figure id="attachment_7408" aria-describedby="caption-attachment-7408" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-7408" src="https://sao-paulo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/enivo-galeria.jpg" alt="enivo em galeria" width="600" height="450" srcset="https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/enivo-galeria.jpg 600w, https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/enivo-galeria-300x225.jpg 300w, https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2014/10/enivo-galeria-150x112.jpg 150w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-7408" class="wp-caption-text">Sarau do Burro IV, trabalho de Enivo em galeria</figcaption></figure>
<p>Em outro momento, o grafiteiro foi preso no centro da cidade. Em meio a viciados de crack e crianças pedindo dinheiro, Enivo teve seu material apreendido e ainda não têm resposta das autoridades. Mesmo assim ele buscou e conseguiu autorização do proprietário do lugar para grafitar o local. Quanto a criminalização da arte, Enivo elogia a postura da prefeitura e da polícia de  São Paulo, mas lamenta que denúncias ainda provoquem abordagens.</p>
<p>Em sua arte na rua, figuras da periferia, os filhos da rua e imagens de suburbanos que são os olhos da cidade. Na galeria, Enivo dedica-se a um trabalho mais minucioso e duradouro. Ele tira do ateliê o combustível para a rua, onde brinca de videogame na vida real. Como Arte-Educador, Enivo compartilha seus conhecimentos com jovens no objetivo de pesquisa e produção da arte.</p>
<p>No próximo sábado, dia 21 de março de 2015, <strong>o grafiteiro Enivo abre o Programa Arte-Papo realizado na Fundação Ema Gordon Klabin</strong>, com uma palestra informal sobre a arte do grafite. O evento tem lotação limitada de 30 participantes e acontece às 14h, na sede da Fundação: Rua Portugal, 43, Jardim Europa. As inscrições podem ser feitas pelos telefones 3897-3232 ou 3062-5245. Mais informações pelo site: http//emaklabin.org.br. A entrada é franca.</p>
<h2>Serviço Enivo e Galeria A7ma:</h2>
<p>Rua Harmonia, 95</p>
<p>Vila Madalena, São Paulo &#8211; SP</p>
<p>Telefone: (11) 3093-4848</p>
<p><a href="http://www.a7ma.art.br" target="_blank"><span style="text-decoration: underline;"><span style="color: #0000ff; text-decoration: underline;">www.a7ma.art.br</span></span></a></p>
<p><iframe loading="lazy" style="border: 0;" src="https://www.google.com/maps/embed?pb=!1m14!1m8!1m3!1d3657.3198042541826!2d-46.686865000000004!3d-23.556954999999995!3m2!1i1024!2i768!4f13.1!3m3!1m2!1s0x94ce5799d77b7885%3A0x6862276a963dbe5c!2sA7MA!5e0!3m2!1spt-BR!2sbr!4v1414697875952" width="400" height="400" frameborder="0"></iframe></p>
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