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	<title>psiquiatria Archives - São Paulo</title>
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	<item>
		<title>São Paulo tem o maior índice de problemas mentais do mundo</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/sao-paulo-tem-o-maior-indice-de-problemas-mentais-do-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Aug 2015 18:29:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[doenças mentais]]></category>
		<category><![CDATA[problemas mentais]]></category>
		<category><![CDATA[psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ansiedade, comportamento, impulsividade e abuso de substâncias químicas entre os mais comuns.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>São Paulo e região metropolitana tem 29,6% de sua população com algum problema mental. Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS) segundo pesquisa feita em 24 países.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-10365" src="https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/ansiedade-saopaulo.jpg" alt="são paulo tem os maiores níveis de ansiedade do mundo" width="600" height="338" srcset="https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/ansiedade-saopaulo.jpg 600w, https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/ansiedade-saopaulo-300x169.jpg 300w, https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2015/08/ansiedade-saopaulo-150x85.jpg 150w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></p>
<p>Segundo a São Paulo Megacity Mental Health Survey, dos 5037 entrevistados acompanhados durante 12 meses, quase 30% apresentou algum indício de doença mental. Os problemas diagnosticados mais comuns foram ansiedade com 19,9%, seguido de mudanças comportamentais, impulsividade e abuso de substâncias químicas. De acordo com os pesquisadores, o índice é um reflexo da alta urbanização juntamente com privações sociais.</p>
<p>Os dois grupos mais afetados são os homens migrantes e as mulheres em regiões de instabilidade social. A região metropolitana de São Paulo deixou para trás inclusive os Estados Unidos, que apesar de não ter revelado a cidade pesquisada, contabilizou quase 25 casos de doenças mentais por cada grupo de 100 habitantes pesquisados.</p>
<h2>São Paulo tem quadros mais graves de problemas mentais do mundo</h2>
<p>Além de liderar o ranking da OMS para maior incidência de doenças mentais, São Paulo também ficou na frente quanto a gravidade desses problemas. Capital e região metropolitana somaram 10% de casos graves, enquanto a cidade norte-americana ficou com 5,7%, seguida da Nova Zelândia, com 4,7%. A Pesquisa foi financiada pela <a href="http://www.saopaulo.com.br/fapesp-integra-consorcio-de-megatelescopio-no-chile/">Fapesp</a>.</p>
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		<title>Tratamento para síndrome do pânico</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/tratamento-para-sindrome-panico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2013 20:11:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ataques inesperados de ansiedade são o principal indício da doença e, mm muitos casos, costuma estar acompanhado de medo extremo de lugares abertos ou de multidões.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas que sofrem de <a href="http://psicologaportoalegre.com.br/sindrome-de-panico.php" target="_blank">síndrome do pânico</a> têm ataques de ansiedades espontâneos, inesperados e de curta duração. Para ser diagnosticado com a doença é preciso apresentar, em período isolado e em um curto espaço de tempo, quatro ou mais dos sintomas característicos da doença.</p>
<p>São eles: aceleração dos batimentos cardíacos, suor, tremores, sensação de falta de ar, dores no peito, náusea, tontura, desmaio, dor abdominal, calafrios e calorões. Não há estudos precisos ainda sobre qual seria a causa da doença.</p>
<p>Veja a entrevista do Dr. Abelardo Ciulla sobre <strong>as causas da síndrome do pânico</strong>.</p>
<p><center><iframe src="//www.youtube.com/embed/Bvdrleq-ZEY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center><br />
A síndrome do pânico costuma estar acompanhada de agorafobia – medo extremo de lugares abertos ou de estar no meio de uma multidão – mas não é necessariamente um sintoma fundamental porque em casos mais leves da doença não costuma acontecer.</p>
<p>De 1% a 3% da população mundial sofre de síndrome de pânico ao longo da vida e é uma doença que atinge mais as mulheres do que os homens. É comum na fase adulta, mas quando se apresenta ainda na infância costuma ser diagnosticada de modo inadequado como transtorno de conduta.</p>
<p>Assista o D. Abelardo Ciulla em entrevista explicando sobre os medicamentos que podem ser utilizados para tratar a síndrome do pânico.</p>
<p><center><iframe src="//www.youtube.com/embed/u1MUPQaPdzY" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center><br />
Para casos leves de síndrome do pânico a psicoterapia cognitivo-comportamental costuma apresentar resultados satisfatórios. O uso de remédios em pacientes com síndrome do pânico deve ocorrer somente se houver um ou mais desses sintomas: manifestações de agorafobia; sintomas de depressão ou de transtorno da personalidade; ideias de suicídio ou de automedicação.</p>
<p>Existe grande risco de que ao utilizar alguns tipos específicos de remédios o paciente se torne dependente deles e possa vir a apresentar ataques de síndrome de pânico do dobro da intensidade.</p>
<p>Link Úteis:</p>
<p><a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/" target="_blank">Psiquiatra em Porto Alegre</a><br />
<a href="http://sindromedepanico.com.br/" target="_blank">Síndrome do Pânico</a></p>
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		<item>
		<title>Tratamento para transtorno de estresse pós-traumático</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/tratamento-para-transtorno-de-estresse-pos-traumatico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2013 17:40:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem é vítima de transtorno de estresse pós-traumático precisa necessariamente ter vivenciado algum evento que causou imenso trauma. Mas nem todos que experienciaram algo assim desenvolvem o transtorno.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O<strong> transtorno de estresse pós-traumático</strong> é algo que acontece quando alguém experienciou alguma situação que tenha envolvido morte, ferimentos ou ameaça à integridade física e que tenham causado medo, impotência ou horror.</p>
<p>Aqueles que sofrem do transtorno de estresse pós-traumático costumam reviver a situação, de maneira involuntária, por meio de recordações e sonhos recorrentes, intrusivos e aflitivos. O paciente pode apresentar mudanças de comportamento como irritabilidade ou surtos de raiva, distanciamento em relação às outras pessoas, dificuldade na conciliação do sono e dificuldade de concentração.</p>
<p>Quem é vítima de transtorno de estresse pós-traumático precisa necessariamente ter vivenciado algum evento que causou imenso trauma. Mas nem todos que experienciaram algo assim desenvolvem o transtorno. As causas do Estresse Pós-Traumático dos homens são em razão de exposição, combate ou testemunho de violência declarada. Já entre as mulheres deve-se a situação de estupro e molestação sexual.</p>
<p>Para diagnosticar o transtorno existem diversos métodos, desde escalas desenvolvidas especialmente em função dos soldados da Guerra do Vietnã até avaliações de distúrbio cognitivo.</p>
<p>O tratamento pode ser feito por meio de diversos métodos. Não há nenhum remédio desenvolvido especialmente para casos de estresse pós-traumático, por isso a medicação utilizada é a que normalmente é indicada para casos de transtornos envolvendo ansiedade, humor ou hipertensão.</p>
<p>O tratamento psicológico é sempre recomendável e pode variar de acordo com a teoria psicológica que segue – dinâmica ou cognitivo-comportamental, por exemplo.</p>
<p>Links Úteis:<br />
<a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/" target="_blank">Psiquiatra em Porto Alegre </a><br />
<a href="http://tratamentodoestresse.com.br/" target="_blank">Transtorno do Estresse Pós-Traumático</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Tratamento para transtorno alimentar</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/tratamento-para-transtorno-alimentar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2013 17:22:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pessoas que sofrem desse transtorno têm uma imagem extremamente distorcida de si mesmas, ao acreditar que estão sempre acima do peso.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Transtorno Alimentar</strong> é a denominação usada para qualquer tipo de padrão alimentar que possa prejudicar a saúde de um indivíduo. A anorexia nervosa é um dos <a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/tratamento-de-transtorno-alimentar/" target="_blank" rel="noopener">transtornos alimentares</a> mais recorrentes atualmente, principalmente entre meninas adolescentes.</p>
<p>A principal característica da anorexia é o medo irracional de ganhar peso, mantendo uma massa corporal muito abaixo do nível considerado ideal em relação à idade e altura. Pessoas que sofrem com esse transtorno tem uma imagem extremamente distorcida de si mesmas, achando sempre que estão gordas ou acima do peso.</p>
<p>A dieta de um anoréxico é bastante restrita, negando qualquer tipo de alimento mais calórico. Essa alimentação ruim acaba causando a inanição autoimposta, ou seja, extrema desnutrição causada pela própria pessoa. Autoindução de vômitos ou exercícios em excesso também são sintomas comum da doença.</p>
<p>O diagnóstico da anorexia é bastante relativo e pode demorar para ser alcançado. A principal maneira de se chegar a definição do quadro é através das tableas da Metropolitan Life Insurence ou tabelas pediátricas de crescimento.</p>
<p>Dr. Abelardo Ciulla fala sobre o porquê do <a href="http://psicologaportoalegre.com.br/transtorno-alimentar.php" target="_blank" rel="noopener">tratamento para transtorno alimentar</a> ser tão fundamental.</p>
<p><center><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/t0epP9N3ibM" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center><br />
Segundo as tabelas, que levam em conta dados como altura e idade, pessoas com um índice de massa corporal inferior a 17, 5 kg/m² são consideradas anoréxicas. Entretanto, a palavra final deve ser do médico que irpa analisar cada caso individualmente. Testes de triagem também podem ser usados, como o Inventário dos Transtornos Alimentares e o Teste de Atitudes Alimentares.</p>
<p>Para tratar a anorexia, a principal técnica é a erapia comportamental, que induzirá o paciente a retornar ao seu peso normal. É importante que ocorra uma reeducação alimentar, mas de maneira gradual, para superar a resistência metabólica. Medicamentos como antidepressivos também podem ser prescrevisdos como complemento do tratamento.</p>
<p>Outro transtorno alimentar bastante comum é a bulimia nervosa, transtorno que provoca um desejo de comer compulsivo, fazendo com que o paciente coma uma grande quantidade de comida em um curto período de tempo. A pessoa não consegue controlar suas ações, comendo sem parar.</p>
<p>Após as crises, ocorrem as ações compensatórias, ou seja, o paciente tenta compensar a quantidade de comida que ingeriu através da autoindução de vômitos, uso de laxantes, jejuns ou exercícios excessivos.</p>
<p>O diagnóstico é feito através de estes psicológicos, mas a principal maneira de diagnosticar a bulimia é durante as conversas entre o paciente e seu médico, que irá avaliar cada caso individualmente.</p>
<p>As psicoterapias cognitivo-comportamental e interpessoal são as principais técnicas de tratamento para bulimia. Antidepressivos também podem fazer parte do tratamento. Em casos extremos, tanto na bulimia como na anorexia, pode ser necessária a hospitalização do paciente para que se faça um tratamento mais intensivo.</p>
<p>Links Úteis:</p>
<p><a href="https://drleandrociulla.com.br/" target="_blank" rel="noopener">Psiquiatra em Porto Alegre</a><br />
<a href="http://transtornoalimentar.med.br/" target="_blank" rel="noopener">Transtorno Alimentar</a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Casos em que a internação psiquiátrica é recomendada</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/casos-em-que-internacao-psiquiatrica-e-recomendada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2013 16:54:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A internação psiquiátrica é recomendada quando o paciente estiver representando perigo para si mesmo ou para as demais pessoas. A internação pode ser voluntária ou pode ser recomendada pelo médico. </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A psiquiatria é baseada no diálogo direto entre o paciente e seu psiquiatra. Por meio de conversas e análises, o médico é capaz de tratar pacientes com diversos transtornos e distúrbios psicológicos. Normalmente, os encontros acontecem em consultório e, em alguns casos, podem ser prescritos medicamentos para auxiliar no tratamento.</p>
<p>Quando o transtorno psiquiátrico chega a um nível muito extremo, em que o paciente passa a representar uma ameaça para todos a sua volta e para si mesmo, recorre-se a <strong>internação psiquiátrica</strong>. Nesses casos, o paciente é colocado em um hospital psiquiátrico, onde receberá um tratamento mais intenso, com maior acompanhamento dos médicos.</p>
<p>Um indivíduo pode ser hospitalizado de maneira voluntária, ou seja, ele próprio está ciente da sua situação e se dispõe a entrar em um tratamento mais intenso. Já em situaçãos onde o paciente se nega a buscar ajuda e ignora a gravidade da sua situação, pode ocorrer a internação involuntária, quando amigos ou familiares induzem a hospitalização, mesmo sem o consentimento do paciente.</p>
<p>Assista à entrevista do Dr. Abelardo Ciulla em que ele esclarece sobre a necessidade de combatermos o preconceito referente ao tratamento e à internação psiquiátrica.</p>
<p><center><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/mx8zut-Gn5g" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center><br />
Existe ainda a internação compulsória, que ocorre quando a hospitalização é uma ordem jurídica, pois o paciente é visto pela legislação como uma ameaça para outras pessoas e para si.</p>
<p>A <a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/internacao-psiquiatrica/" target="_blank">internação psiquiátrica</a> é um método de tratamento deixado sempre para casos muito extremos, onde nenhuma outra técnica de internvenção se mostrou eficiente. O principal fator que leva à hospitalização é o risco de suicídio, desde apenas pensamentos até tentativas concretas. A depressão e o transtorno psicótico são os quadros mais propícios à tentativas de suicídio.</p>
<p>Quando o indivíduo já tentou tirar a sua própria vida, a internação deve ser imediata, para que sejam analisados os motivos que o levaram a tal ação, principalmente se ele mostrar frieza e indeferença em relação à siuação. Cuidados especiais devem ser tomados, pois pacientes que já tentaram cometer suicídio têm grandes chances de tentar outra vez.</p>
<p>Durante a hospitalização, é precisar ressaltar para o paciente que seu comportamento representa uma ameaça para si e para aqueles com quem ele convive. Pacientes agressivos devem ser conscientizados, na tentativa de melhorar sua conduta.</p>
<p>Enquanto estiver internado, o paciente passará por exames neurológicos, eletrocardiogramas, eletroencefalogramas e ressonâncias magnéticas para checar a existência de epilepsia ou tumor cerebral, que podem estar causando os sintomas. Assim que os sintomas mais graves forem tratados, o paciente já receberá alta e voltará ao tratamento somente em ambulatório.</p>
<p>Links úteis:</p>
<p><a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/" target="_blank">Psiquiatra em Porto Alegre</a><br />
<a href="http://internacaopsiquiatrica.com.br/" target="_blank">Internação Psiquiátrica</a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tratamento para Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/tratamento-para-transtorno-obsessivo-compulsivo-toc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2013 21:58:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As manifestações do transtorno costumam ser divididas entre obsessões e compulsões, mas não existem sintomas precisos comuns à todos os pacientes. Saiba mais sobre o modo em que é feito o diagnóstico e como o TOC pode ser tratado.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 13px;">Quem sofre de <strong>Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)</strong> normalmente tem ideias obsessivas e compulsivas relacionadas à sensações de fobia e aversões ilógicas. Essas sensações costumam ser referentes à noções de organização, limpeza, simetria e perfeição. Estima-se que uma cada 60 pessoas sofra de <a href="http://psicologaportoalegre.com.br/toc.php" target="_blank">TOC</a>, algo que a torna uma doença bastante comum. Geralmente se manifesta ainda durante a infância ou no início da adolescência.</span></p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>O TOC não tem sintomas tão determinados e pode variar muito de paciente para paciente. Ainda assim, as manifestações da doença são divididas entre obsessões e compulsões. As obsessões se caracterizam por impulsos ou pensamentos constantes de repugnância que causam ansiedade de modo involuntário.</p>
<p>São despertadas durante situações corriqueiras e, com frequência, são reconhecidas pelo próprio paciente como algo irracional. A sensação sentida é a de que algo muito ruim está para acontecer e que algo deve ser feito para impedir.</p>
<p>Já as compulsões são os rituais e as ações feitas de forma incessante que tem como objetivo atenuar as sensações de medo e de ansiedade. Podem ser, por exemplo, repetições de palavras, orações ou contagens em sequência. São ações que, ao contrário das obsessões, o paciente realiza propositalmente no intuito de aliviar a ansiedade.</p>
<p>Certos rituais não tem necessariamente alguma relação com o que se propõe evitar, por exemplo, não pisar nas juntas das calçadas para que algo ruim não aconteça. É comum também que a pessoa que sofra de TOC evite situações ou lugares que despertarão sua ansiedade como banheiros públicos e hospitais.</p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>Não há um modo concreto de diagnosticar alguém com <a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/tratamento-de-transtorno-obsessivo-compulsivo/" target="_blank">Transtorno Obsessivo Compulsivo</a> porque os sintomas variam e, de qualquer forma, os pacientes costumam sofrer também de outros transtornos. O diagnóstico deve ser feito a partir da análise de um psiquiatra.</p>
<p>A análise, desde os anos 1980, é feito a partir da Escola Obsessiva Compulsiva de Yale-Brown, que classifica os pacientes em uma escola de zero a 40 a partir de uma entrevista feita em três partes. Aqueles que pontuarem a cima de 31 são os considerados graves.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>O tratamento para TOC depende diretamente do nível de intensidade da doença. Pode variar desde a diminuição do estresse até a neurocirurgia. Contudo o tratamento tradicional continua sendo a terapia comportamental em que o médico incentiva o paciente a enfrentar as situações que despertam sua ansiedade, mas sem recorrer aos escapes compulsivos. O uso de remédios é recomendado para diminuir sintomas e o desconforto para o paciente. A neurocirurgia é utilizada como opção de tratamento somente quando nenhuma outra alternativa apresentou resultados.</p>
<p>Links Úteis:</p>
<p><a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/" target="_blank">Psiquiatra em Porto Alegre</a><br />
<a href="http://toc.med.br/" target="_blank">Transtorno Obsessivo Compulsivo</a></p>
<p>The post <a href="https://www.saopaulo.com.br/tratamento-para-transtorno-obsessivo-compulsivo-toc/">Tratamento para Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC)</a> appeared first on <a href="https://www.saopaulo.com.br">São Paulo</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Tratamento para transtorno bipolar</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/tratamento-para-transtorno-bipolar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2013 21:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Subdividida em três categorias, o transtorno bipolar é a doença das mudanças repentinas de humor. Saiba mais o modo com que o diagnóstico é feito e os diferentes tipos de tratamento.</p>
<p>The post <a href="https://www.saopaulo.com.br/tratamento-para-transtorno-bipolar/">Tratamento para transtorno bipolar</a> appeared first on <a href="https://www.saopaulo.com.br">São Paulo</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 13px;">O </span><strong>Transtorno Bipolar</strong><span style="font-size: 13px;"> é o distúrbio psicológico em que a pessoa tem alterações repentinas de humor. O paciente alterna acessos de depressão e momentos de euforia, também conhecidos como mania. As alterações de humor podem ter diversos níveis de intensidade.</span></p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>O <a href="http://psicologaportoalegre.com.br/transtorno-bipolar.php" target="_blank">Transtorno Bipolar</a> pode ser subdivido em três categorias: Transtorno Bipolar I: predomínio da fase eufórica com acessos de humor fora do comum seguida de pequenas manifestações de depressão em que o paciente costuma dormir muito. São pessoas sociáveis, de pensamento rápido e com alto senso crítico, mas que também apresentam traços de paranoia, delírios e alucinações. Transtorno Bipolar II: tanto os sintomas de depressão quanto de euforia são mais leves e acontecem com maiores intervalos de tempo. Não notam que estão doentes devido ao seus sintomas sutis e por isso costumam negar tratamento. Transtorno Ciclotímico: tem características similares aos outros tipos de transtornos, mas a instabilidade é quase constante já que as mudanças repentinas de humor podem acontecer ao longo do mesmo dia. O Dr. Abelardo Ciulla explica em entrevista quais são as causas do transtorno bipolar.</p>
<p><center><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/f3fnuBG9sAo" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center></p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>O diagnóstico de transtorno bipolar não é a partir de um exame físico, mas sim pela análise comportamental feita pelo psiquiatra ao conversar com o paciente e com os familiares. A avaliação concreta pode demorar anos até que se obtenha um resultado preciso, porque parte dos sintomas podem ser confundidos com outras doenças.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>O <a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/tratamento-de-transtorno-bipolar/" target="_blank">Transtorno Bipolar</a> não tem uma cura precisa. O tratamento para Transtorno Bipolar é uma combinação de uso de remédios e de acompanhamento psicoterapêutico. Serve para diminuir e controlar os sintomas, evitar recaídas e, ainda, melhorar a qualidade de vida do paciente. Aqueles pacientes que conseguem manter um estilo de vida mais saudável podem ter melhores respostas ao tratamento. O tratamento a base de remédios é a partir da utilização de neurolépticos, antipsicóticos, ansiolíticos anticonvulsivantes e estabilizadores de humor, com destaque para o lítio. Aqueles que estão em tratamento devem evitar a ingestão de substâncias psicoativas como álcool, cafeína e anfetaminas. Quando o paciente tiver surtos muito graves pode ser que a hospitalização seja necessária até que ele volte ao normal.</p>
<p>Links Úteis:</p>
<p><a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/" target="_blank">Psiquiatra em Porto Alegre</a></p>
<p><a href="http://transtornobipolar.med.br/" target="_blank">Transtorno Bipolar</a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Fobia social e a exposição à pessoas ou à situações novas</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/fobia-social-e-exposicao-pessoas-ou-situacoes-novas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Dec 2013 15:57:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A fobia social se caracteriza pelo medo de ser exposto à pessoas ou à situações que são constrangedoras. A doença costuma se manifestar ainda na infância. Conheça as formas de tratamento da fobia social.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A fobia é um medo assíduo e irracional que é desencadeado a partir de uma situação ou objeto específico. A <strong>fobia social</strong> é o medo de ser exposto a situações ou a pessoas estranhas e que, de alguma forma, isso possa vir a ser constrangedor ou humilhante. Quando submetida a alguma situação dessas situações, a crise de ansiedade do paciente pode vir a torna-se até mesmo um ataque de pânico.</p>
<p>Cerca de 3% da população mundial sofre de <a href="http://psicologaportoalegre.com.br/fobia-social.php" target="_blank">fobia social</a>, doença que se manifesta ainda na infância ou no começo da vida adulta. A fobia social entre as crianças se manifesta em ambientes em que há outras crianças e não somente na interação com adultos. A ansiedade delas pode se manifestar por meio de acessos de raiva, indiferença, choro ou ao se afastar de situações sociais em que haja a presença de pessoas estranhas.</p>
<p>Esse medo excessivo é reconhecido pelos pacientes adultos e costuma se apresentar diante da possibilidade de ter que agir na frente de outras pessoas, seja para falar, comer, ou até mesmo usar um banheiro coletivo. Ainda assim, são condições bastante comuns e benignas. Somente em casos raros têm consequências debilitantes.</p>
<p>Assista o Dr. Abelardo Ciulla em entrevista falando sobre os medicamentos que podem ser utilizados para combater a fobia social.</p>
<p><center><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/RwhMvQqRYho" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center><br />
Em muitas situações a <a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/tratamento-de-fobia-social/" target="_blank">fobia social</a> pode ser confundida com o transtorno da personalidade esquiva porque ambas apresentam sintomas similares. Porém, aqueles que sofrem de fobia social tem muito mais dificuldade em se manter racionais diante das situações que lhes causam ansiedade.</p>
<p>O tratamento da doença costuma ser da ordem psicoterapêutica. O paciente treina o relaxamento quando se expõe à situação que desencadeia o medo. A ansiedade diante da situação costuma diminuir depois disso.</p>
<p>Hoje, já se utilizam alguns remédios, como os antidepressivos, que auxiliam a lidar com a situação. Ainda que sejam eficazes para a melhora de alguns dos sintomas da fobia, esses medicamentos têm muitos efeitos colaterais. Já que os tratamentos comportamentais costumam ser eficazes, o uso dos remédios não é absolutamente necessário.</p>
<p>Links Úteis:</p>
<p><a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/" target="_blank">Psiquiatra em Porto Alegre</a><br />
<a href="http://tratamentoparafobiasocial.com.br/" target="_blank">Fobia Social</a></p>
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		<title>Tratamento para depressão</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/tratamento-para-depressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[betostone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2013 22:06:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Saiba mais sobre as possíveis causas da depressão, como é feito o diagnóstico e de que forma a doença pode ser tratada.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Transtorno Depressivo Maior, ou simplesmente <strong>depressão</strong>, é um distúrbio psiquiátrico que provoca episódios de profunda tristeza e melancolia em um indivíduo.</p>
<p>O estresse ou a morte de alguém próximo podem ser potencializadores da doença, mas não os causadores principais. É importante diferenciar sentimentos de tristeza e luto da própria depressão, que é muito mais extrema.</p>
<p>Não existe uma confirmação sobre a real causa da <a href="http://psicologaportoalegre.com.br/depressao.php" target="_blank">depressão</a>, porém acredita-se que o transtorno é estimulado por um desequilíbrio dos neurotransmissores, estruturas cerebrais responsáveis por regular o humor, sentimentos e outras funções.</p>
<p>Assista à entrevista do Dr. Leandro Ciulla sobre as causas e os sintomas da depressão.</p>
<p><center><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/9jt0mNkghzU" width="520" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center></p>
<h2>Sintomas</h2>
<p>Quem sofre com o transtorno depressivo maior costumam perder o interesse por atividades do dia a dia, desde o trabalho até atividades de lazer. O bom-humor dá lugar à melancolia e à tristeza.</p>
<p>A desmotivação em relação à vida pode ser traduzida até através das roupas do paciente, que podem parecer mais desleixadas do que o normal. Mudanças no apetite e no tempo de sono são sintomas comuns da depressão.</p>
<p>Veja entrevista do Dr. Abelardo Ciulla explicando sobre como diferenciar tristeza de depressão.</p>
<p><center><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/CMvJOQS0V8o" width="520" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center></p>
<h2>Diagnóstico</h2>
<p>O transtorno depressivo maior pode ser diagnosticado de forma clínica, a partir de uma avaliação médica que se dá por meio de conversas entre o paciente e o psiquiatra. Para que seja definido o diagnóstico, o paciente deve ter apresentado os sintomas diariamente por pelo menos duas semanas. A maioria dos casos de depressão acontece na idade adulta.</p>
<h2>Tratamento</h2>
<p>A psicoterapia é a principal técnica para o tratamento de <a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/tratamento-de-depressao/" target="_blank">depressão</a>. Ela deve ser aplicada juntamente com o tratamento farmacológico, que utiliza antidepressivos. O objetivo dos medicamentos é normalizar os níveis de neurotransmissores no cérebro do paciente.</p>
<p>Caso as técnicas tradicionais não tragam bons resultados, pode-se recorrer para a eletroconvulsoterapia, tratamento que utiliza correntes elétricas para estimular a atividade cerebral.</p>
<p>Links Úteis:</p>
<p><a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/" target="_blank">Psiquiatra em Porto Alegre</a><br />
<a href="http://tratamentoparadepressao.com.br/" target="_blank">Depressão</a></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Conheça os tipos de tratamento para a esquizofrenia</title>
		<link>https://www.saopaulo.com.br/conheca-os-tipos-de-tratamento-para-esquizofrenia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[betostone]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Nov 2013 21:39:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Tratamento e Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[cérebro]]></category>
		<category><![CDATA[doença]]></category>
		<category><![CDATA[psiquiatria]]></category>
		<category><![CDATA[tratamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://saopaulo.sitesproweb.com/?p=310</guid>

					<description><![CDATA[<p>A esquizofrenia é considerada a mais séria dentre as doenças psiquiátricas. Conheça os sintomas, a forma de diagnóstico e os possíveis tratamentos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para diagnosticar alguém com <strong>esquizofrenia</strong> é preciso que a pessoa apresente, durante pelo menos um mês, um ou mais dos sintomas característicos da doença: delírios; alucinações; desorganização da linguagem; catatonia; desorganização grosseira do comportamento; falta da razão, de vontade e dificuldade em expressar sentimentos. No caso de haver graves delírios não é preciso que haja a manifestação de outro sintoma além desse.</p>
<p>Ainda assim, o  diagnóstico da <a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/tratamento-de-esquizofrenia/" target="_blank">esquizofrenia </a>só deve ser feito depois que todas as outras possibilidades tenham sido excluídas. Isto porque os sintomas psicóticos podem ser indício de outras doenças.</p>
<p>Antes da doença em si se manifestar há um período conhecido como “disfunção social/ocupacional” em que o paciente já apresenta alguns sinais de transtorno e que dura em média  seis meses. Se a <a href="http://psicologaportoalegre.com.br/transtorno-esquizoide.php" target="_blank">esquizofrenia</a> se manifesta ainda durante a infância ou a adolescência, o nível de desempenho interpessoal e acadêmico já costumava ser abaixo da média.</p>
<p>Cerca de 1% da população mundial sofre da doença e é nas classes socioeconômicas mais inferiores que estão os pacientes com estado mais deteriorado. Isso ocorre porque, além do baixo poder aquisitivo, estima-se que 10% desses pacientes sejam filhos de pessoas que possuem a mesma doença.</p>
<p>Os homens costumam sofrer mais de esquizofrenia do que as mulheres porque o organismo deles responde de maneira mais fraca ao uso de neurolépticos, o tratamento mais eficaz e comum.</p>
<p>Escute a entrevista do Dr. Abelardo Ciulla em que ele explica sobre a seriedade dessa doença psiquiátrica.</p>
<p><center><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/f6tSn2LxRjE" width="520" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center><br />
O principal fator que limita a vida do esquizofrênico é o suicídio. Estima-se que essa seja a causa de morte de 9 a 13% dos pacientes. Acontece mais entre os homens e nos dez primeiros anos de convívio com a doença.</p>
<p>A esquizofrenia foi subdivida de acordo com a psicopatologia, com o curso e com a resposta ao tratamento. São elas: paranóide, indiferenciada, desorganizada, residual e catatônica.</p>
<p>&#8211; Esquizofrenia paranóide: persistência dos delírios auditivos e da sensação de perseguição. É a forma mais comum da doença.</p>
<p>&#8211; Esquizofrenia indiferenciada: além dos delírios e das alucinações, ainda há indícios de incoerência e desorganização grosseira do comportamento.</p>
<p>&#8211; Esquizofrenia desorganizada: não ocorrem delírios, mas há o comportamento catatônico, desorganizado, inadequado e embotado.</p>
<p>&#8211; Esquizofrenia residual: sem delírios, mas com retraimento, dificuldade em expressar sentimentos e diminuição da capacidade de sentir prazer e energia.</p>
<p>&#8211; Esquizofrenia catatônica: É uma forma rara da doença e tem como principal característica o transtorno motor (hiperatividade ou diminuição de atividade motora e de postura).</p>
<p>Existem muitas teorias sobre qual ou quais seriam as causas da esquizofrenia. Antes  acreditava-se que desvios de comunicação entre pais e filhos seria a causa da doença. Em muitos diagnósticos esse quadro realmente existia, mas não em todos.</p>
<p>Algumas das outras possíveis razões para o surgimento da doença que continuam sendo estudadas: excesso do neurotransmissor dopamina (DA); excesso de atividade dos neurônios de serotonina; diminuição da atividade do glutamato.</p>
<p>Além dessas, existem ainda outras hipóteses sendo estudadas, mas nenhuma delas ainda apresenta evidências conclusivas que compreendam todos os diagnósticos da doença.</p>
<p>O Dr. Abelardo Ciulla explica sobre os sintomas e as formas de tratamento da esquizofrenia.</p>
<p><center><iframe loading="lazy" src="https://www.youtube.com/embed/StBAUYekpJs" width="520" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></center></p>
<h2><b>Tratamentos</b></h2>
<p>Farmacológicos: O tratamento é feito a base de remédios conhecidos como neurolépticos e podem levar até seis semanas para apresentar algum resultado. Esses remédios costumam diminuir sintomas como delírios, alucinações e catatonia, mas tem pouco efeito em sintomas como anedonia, associabilidade e perda de afeto.</p>
<p>Para aqueles pacientes que não se adaptam com o uso de medicamentos via oral, existe a possibilidade de tomar injeções quinzenais ou mensais que costumam diminuir as taxas de recaída.</p>
<p>Existem diversas drogas antipsicóticas atípicas que podem ser utilizadas em casos de pacientes que não respondam aos remédios tradicionais. A clozapina é uma delas. Costuma reduzir muitos dos sintomas, inclusive a depressão e a tendência ao suicídio.</p>
<p>A risperidona é o medicamento usualmente utilizado em pacientes que estejam hospitalizados. A olanzapina, medicamente mais recente no tratamento da esquizofrenia, produz menos efeitos extrapiramidais do que outros remédios. Além desses, ainda existem outros medicamentos sendo testados e introduzidos no mercado, como o sertindol e a ziprasidona.</p>
<p>Eletroconvulsoterapia: É pouco habitual na atualidade em razão da facilidade do uso dos antipsicóticos. Pode ser útil como tratamento adjunto àqueles que utilizam os remédios em pacientes que apresentem comportamento muito agitado e que precise ser controlado de forma rápida.</p>
<p>Psicossociais: Esse tipo de tratamento tem por fundamento dar base para que o paciente possa desenvolver habilidades de uma vida independente e é útil também para que a família do esquizofrênico saiba lidar com a doença.</p>
<p>Links Úteis:</p>
<p><a href="http://www.psiquiatraportoalegre.med.br/" target="_blank">Psiquiatra em Porto Alegre</a><br />
<a href="http://esquizofrenia.med.br/" target="_blank">Esquizofrenia</a></p>
<p>The post <a href="https://www.saopaulo.com.br/conheca-os-tipos-de-tratamento-para-esquizofrenia/">Conheça os tipos de tratamento para a esquizofrenia</a> appeared first on <a href="https://www.saopaulo.com.br">São Paulo</a>.</p>
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