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	<title>Condephaat Archives - São Paulo</title>
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		<title>Condephaat reconhece o Virado à Paulista como Patrimônio Imaterial do Estado de São Paulo</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Feb 2018 19:39:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Virado à Paulista, um dos pratos mais clássicos do paulistano, agora é oficialmente um “Patrimônio Imaterial do Estado de São Paulo” segundo a Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Governo do Estado de São Paulo). Reconhecido pelo órgão estatal a fim de preservar esta tradição e de fortalecer a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Virado à Paulista, um dos pratos mais clássicos do paulistano, agora é oficialmente um “Patrimônio Imaterial do Estado de São Paulo” segundo a Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Governo do Estado de São Paulo). Reconhecido pelo órgão estatal a fim de preservar esta tradição e de fortalecer a importância da refeição na história do estado, o prato acompanha os paulistanos no dia a dia há décadas.</p>
<p>Originalmente uma receita simples, o Virado à Paulista tem em sua composição tradicional, marcante na formação do território nacional, feijão engrossado por farinha de milho ou de mandioca e toucinho de porco.</p>
<p>O decreto 57.439, de 2011, permite o reconhecimento de manifestações culturais do Estado de São Paulo e foi por meio dele que se abriu a possibilidade da Condephaat reconhecer o Virado à Paulista com um bem imaterial. O primeiro registro deste tipo foi feito em janeiro de 2016, com o Samba Paulista sendo reconhecido. O objetivo deste decreto é identificar e reconhecer conhecimentos, formas de expressão, estilos de vida, rituais, festas e qualquer tipo de manifestação que façam parte e representem a cultura paulista.</p>
<figure id="attachment_12142" aria-describedby="caption-attachment-12142" style="width: 635px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-12142" src="https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/virado.jpeg" alt="“Virado à paulista” do Bar da Dona Onça, em São Paulo. Foto: Rogério Gomes Divulgação" width="635" height="357" srcset="https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/virado.jpeg 635w, https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/virado-300x169.jpeg 300w" sizes="(max-width: 635px) 100vw, 635px" /><figcaption id="caption-attachment-12142" class="wp-caption-text">“Virado à paulista” do Bar da Dona Onça, em São Paulo. Foto: Rogério Gomes Divulgação</figcaption></figure>
<h2>Virado à Paulista: como surgiu</h2>
<p>A época do Brasil Colônia é tida como originaria do Virado à Paulista, no século XVII, como forma de alimentação nas monções e bandeira. Durante as expedições, alimentos como feijão, farinha de milho, carne seca e toucinho chacoalhavam-se dando “cara” à iguaria. Origens indígenas, portuguesas, africanas e italianas também existem, escancarando a diversidade do território paulistano e universalidade da refeição. Com o passar do tempo, claro, a comida sofreu modificações e adições de outros alimentos como arroz, bisteca, torres, couve, ovo frito, banana, linguiça, variando do lugar no qual é servida</p>
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