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	<title>dia a dia Archives - São Paulo</title>
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		<title>Uma casa mais segura pode evitar acidentes domésticos comuns para crianças e idosos</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Mar 2018 21:52:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Acidentes domésticos são mais comuns do que se pode imaginar, segundo levantamento do Ministério da Saúde, feito em 2015, registrou-se que, apenas na rede pública, 557 crianças e 1500 idosos foram vítimas deste tipo de acontecimento. Afogamentos são os grandes vilões no caso dos mais novos, enquanto as quedas assombram os mais velhos. Entretanto, a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Acidentes domésticos são mais comuns do que se pode imaginar, segundo levantamento do Ministério da Saúde, feito em 2015, registrou-se que, apenas na rede pública, 557 crianças e 1500 idosos foram vítimas deste tipo de acontecimento.</p>
<figure id="attachment_12294" aria-describedby="caption-attachment-12294" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-12294 size-full" title="O olhar atendo dos pais é o primeiro passo para evitar acidentes domésticos, mas não é o bastante, não se deve abrir mão de redes nas janelas, cercas nas piscinas e o acesso a escadas e à cozinha deve ser supervisionado." src="https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2018/03/rede-para-protecao.jpg" alt="" width="800" height="450" srcset="https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2018/03/rede-para-protecao.jpg 800w, https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2018/03/rede-para-protecao-300x169.jpg 300w, https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2018/03/rede-para-protecao-768x432.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-12294" class="wp-caption-text">Rede para proteção. Foto: Divulgação.</figcaption></figure>
<p>Afogamentos são os grandes vilões no caso dos mais novos, enquanto as quedas assombram os mais velhos. Entretanto, a maioria destes acidentes poderiam ser evitados caso a segurança fosse levada mais a sério.</p>
<p>No caso das crianças, especialistas já constataram que a segurança às vezes é tratada como exagero, apesar de ser solúvel e simples. O olhar atendo dos pais é o primeiro passo, mas não é o bastante, não se deve abrir mão de redes nas janelas, cercas nas piscinas e o acesso a escadas e à cozinha deve ser supervisionado.</p>
<p>O outro grupo de risco, que é a população <a href="https://www.casasderepousoparaidoso.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">idosa</a>, vem crescendo no Brasil, logo a ocorrência de acidentes domésticos, idem. O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) constatou que em 2015 o Brasil tinha cerca de 16 milhões de idosos e, além disto, o número de pessoas acima dos 60 anos tende a triplicar até 2050, atingindo os impressionantes 66,5 milhões.</p>
<p>Veja também:&nbsp;<a href="https://www.saopaulo.com.br/residencial-senior-em-sao-paulo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Existem cada vez mais Residencial Sênior, lares para idosos, em São Paulo</a></p>
<p>Por causa da idade avançada, os idosos também precisam de mais atenção, pois a chance de uma lesão nem tão grave causar problemas mais sérios é maior, inclusive, segundo o Sistema Único de Saúde, 75% das lesões traumáticas em idosos acontecem dentro de casa.</p>
<p>As quedas tornam-se mais rotineiras nesta época da vida, com fraturas no fêmur, no joelho, no quadril e na bacia sendo mais frequentes. Posto isto, a atenção deve ser redobrada em locais úmidos como os banheiros e, novamente, as cozinhas.</p>
<p>Mergulhos em piscinas rasas, quedas de escadas e portas de vidro também costumas aparecer como cenário para estes acidentes, então também devem receber atenção e cuidado.</p>
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		<title>Condephaat reconhece o Virado à Paulista como Patrimônio Imaterial do Estado de São Paulo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cooler Conteúdo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Feb 2018 19:39:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Virado à Paulista, um dos pratos mais clássicos do paulistano, agora é oficialmente um “Patrimônio Imaterial do Estado de São Paulo” segundo a Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Governo do Estado de São Paulo). Reconhecido pelo órgão estatal a fim de preservar esta tradição e de fortalecer a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Virado à Paulista, um dos pratos mais clássicos do paulistano, agora é oficialmente um “Patrimônio Imaterial do Estado de São Paulo” segundo a Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico do Governo do Estado de São Paulo). Reconhecido pelo órgão estatal a fim de preservar esta tradição e de fortalecer a importância da refeição na história do estado, o prato acompanha os paulistanos no dia a dia há décadas.</p>
<p>Originalmente uma receita simples, o Virado à Paulista tem em sua composição tradicional, marcante na formação do território nacional, feijão engrossado por farinha de milho ou de mandioca e toucinho de porco.</p>
<p>O decreto 57.439, de 2011, permite o reconhecimento de manifestações culturais do Estado de São Paulo e foi por meio dele que se abriu a possibilidade da Condephaat reconhecer o Virado à Paulista com um bem imaterial. O primeiro registro deste tipo foi feito em janeiro de 2016, com o Samba Paulista sendo reconhecido. O objetivo deste decreto é identificar e reconhecer conhecimentos, formas de expressão, estilos de vida, rituais, festas e qualquer tipo de manifestação que façam parte e representem a cultura paulista.</p>
<figure id="attachment_12142" aria-describedby="caption-attachment-12142" style="width: 635px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-12142" src="https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/virado.jpeg" alt="“Virado à paulista” do Bar da Dona Onça, em São Paulo. Foto: Rogério Gomes Divulgação" width="635" height="357" srcset="https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/virado.jpeg 635w, https://www.saopaulo.com.br/wp-content/uploads/2018/02/virado-300x169.jpeg 300w" sizes="(max-width: 635px) 100vw, 635px" /><figcaption id="caption-attachment-12142" class="wp-caption-text">“Virado à paulista” do Bar da Dona Onça, em São Paulo. Foto: Rogério Gomes Divulgação</figcaption></figure>
<h2>Virado à Paulista: como surgiu</h2>
<p>A época do Brasil Colônia é tida como originaria do Virado à Paulista, no século XVII, como forma de alimentação nas monções e bandeira. Durante as expedições, alimentos como feijão, farinha de milho, carne seca e toucinho chacoalhavam-se dando “cara” à iguaria. Origens indígenas, portuguesas, africanas e italianas também existem, escancarando a diversidade do território paulistano e universalidade da refeição. Com o passar do tempo, claro, a comida sofreu modificações e adições de outros alimentos como arroz, bisteca, torres, couve, ovo frito, banana, linguiça, variando do lugar no qual é servida</p>
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